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	<title>HAITI.ORG.BR &#187; tragédia</title>
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	<description>Jornalismo, Direitos Humanos e Solidariedade</description>
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		<title>Dez dias que abalaram o Haiti&#8230; e o mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 18:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
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Na terça-feira, dia 12, o Haiti viveu sua pior tragédia humanitária. Nos dez dias completados nessa sexta-feira, 22, o mundo conheceu em imagens a destruição de um já empobrecido país. O que se viu na mídia foi, antes de tudo, um campeonato de imagens e fotografias horripilantes, bem disse o ativista Jean-Louis Bianco. Ao mesmo tempo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-588" title="terremoto 10 dias" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/terremoto-10-dias.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Na terça-feira, dia 12, o Haiti viveu sua pior tragédia humanitária. Nos dez dias completados nessa sexta-feira, 22, o mundo conheceu em <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-imagens-para-uso-nao-comercial/" target="_blank">imagens</a> a destruição de um já empobrecido país. O que se viu na mídia foi, antes de tudo, um campeonato de imagens e fotografias horripilantes, bem disse o ativista <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-a-l%e2%80%99epreuve-du-choc/" target="_blank">Jean-Louis Bianco</a>. Ao mesmo tempo, serviu para alertar uma rede gigantesca de pessoas solidárias, dispostas a entender o Haiti mais profundamente. Principalmente sobre os riscos de receber ajuda humanitária aliada a uma ocupação militar e a uma posterior direção no futuro soberano e independente do país.</p>
<p>Sem comunicação quase alguma, as primeiras notícias do terremoto começaram a viajar pelo mundo somente na madrugada da quarta-feira. Ali, aparecia a dimensão de uma nova crise social e política. O Palácio do Governo desabou. Integrantes do governo morreram. A sede da ONU em Porto Príncipe, o bunker da atual ocupação militar, ruiu. Matou seu staff maior no país: os diplomatas Hedi Annabi e Luis Carlos da Costa. Sob os escombros da capital, um incontável número de corpos, posteriormente, empilhados e enterrados em valas comuns. Criou-se a <a href="http://haiti.org.br/2010/01/a-%e2%80%98interminavel%e2%80%99-lista-de-mortos-e-desaparecidos-no-haiti/" target="_blank">&#8220;geração de desaparecidos&#8221;</a>.</p>
<p>Em dez dias, inúmeros outros terremotos abalaram Porto Príncipe. O maior deles foi sentido na manhã de quarta-feira, dia 20.  A sensação era de impotência, desespero, fragilidade. Não se via fotos com tantos mortos desde Iraque, Uganda e do tsunami asiático. Atônita, a ONU viveu sua pior tragédia com mais de 100 mortos na missão. Os Estados Unidos, chamados à intervir em seu “quintal”, atropelaram qualquer outra estrutura e controlaram militarmente vários pontos estratégicos, sobretudo o aeroporto semi-destruído.</p>
<p>A mídia mobilizou suas estruturas. Agências e televisões internacionais voaram às pressas para o país mais pobre das Américas. O Brasil, que há quase seis anos chefiando o braço militar da missão da ONU, não dispunha de nenhum jornalista por lá. Mas o destino faria o Brasil voltar seus olhos de novo para o Caribe. De cara, uma dezena de soldados mortos no terremoto. Seriam quase 20. Também chegava a notícia da morte da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. A <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-e-o-%e2%80%9cestado-de-sitio%e2%80%9d-permanente-2/" target="_blank">tragédia unia Brasil e Haiti</a> mais uma vez.</p>
<p>Em viagem ao Haiti, um grupo de estudantes e pesquisadores de Antropologia da Unicamp abasteciam um <a href="http://lacitadelle.wordpress.com" target="_blank">blog</a> com surpreendentes descrições da capital. &#8220;O que vemos hoje em Porto Príncipe, dois dias após o terremoto é um exemplo indescritível de civismo e ajuda. Não há o caos, como parte dos jornalistas que nos procuram querem ouvir, as pessoas não estão em desespero e nem há sinal da “barbárie imaginária” que molda o nosso preconceito sobre o Haiti. Os haitianos estão se virando como sempre fizeram após embargos e avanços econômicos internacionais que implodiram a produção local&#8221;, descreveram.</p>
<p>Muitos países e entidades anunciaram doações em dinheiro. A Federação Internacional da Cruz Vermelha classificou como a maior operação de ajuda humanitária da história, acima do que foi feito no tsunami asiático. Ainda assim, não faltaram críticas de atrasos e priorização dos resgates para os prédios das Nações Unidas. Algumas doações foram puro marketing e oportunismo. Uma delas a do Fundo Monetário Internacional (FMI) que disponibilizou um &#8220;empréstimo&#8221; (sim, isso mesmo) para o Haiti. Como se a destruição permitisse pagar o dinheiro a curto prazo. Depois de uma saraivada de críticas, o montante deve ser repertido em doação. A ver&#8230;</p>
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		<title>Google Earth atualiza imagens do Haiti para ajudar resgates</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 19:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Rafael Cabral, Caderno Link
O Google Earth atualizou os mapas do Haiti para colaborar com as operações de resgate aos sobreviventes dos terremotos que atingiram o país. Em parceria com a companhia de imagens geoespaciais GeoEye, a empresa disponibilizou imagens de satélite de Porto Príncipe que mostram comparativamente o resultado do desastre natural, e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Rafael Cabral, Caderno Link</p>
<p>O Google Earth atualizou os mapas do Haiti para colaborar com as operações de resgate aos sobreviventes dos terremotos que atingiram o país. Em parceria com a companhia de imagens geoespaciais GeoEye, a empresa disponibilizou imagens de satélite de Porto Príncipe que mostram comparativamente o resultado do desastre natural, e que podem ser vistas tanto pelo <a href="http://mw1.google.com/mw-earth-vectordb/haiti/Haiti-Earthquake-nl.kml">programa</a> quanto pelo <a href="http://google-latlong.blogspot.com/2010/01/haiti-imagery-layer-now-available.html">navegador</a>. Em um post no seu blog, o Google também se dispôs a ajudar a ONU nas operações de busca e pede aos usuários que enviem dados para &#8220;construir um melhor mapa do Haiti&#8221;.</p>
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		<title>Terremoto no Haiti deixa &#8220;estado de sítio&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 16:07:14 +0000</pubDate>
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Estou tentando contactar amigos e conhecidos no Haiti. Pelas informações que obtive, a situação é uma calamidade imensa. Os bairros pobres também foram ao chão, o trânsito é quase impossível, falta ajuda para quase todos, a torre de controle do aeroporto ruiu, pessoas estão nas ruas atônitas, esperando socorro médico que não vem de lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="snap_preview">
<p>Estou tentando contactar amigos e conhecidos no Haiti. Pelas informações que obtive, a situação é uma calamidade imensa. Os bairros pobres também foram ao chão, o trânsito é quase impossível, falta ajuda para quase todos, a torre de controle do aeroporto ruiu, pessoas estão nas ruas atônitas, esperando socorro médico que não vem de lugar algum. Os hospitais que ficaram de pé não conseguem mais atender tanta gente. Poucos telefones funcionam, o contato com a capital, que já era dificílimo, ficou quase impossível. Conversei com uma pessoa no porto da cidade e ela comentou que as entradas das favelas de Cité Soleil e da zona portuária estão um caos.</p>
<p>Se o mais forte dos últimos furacões no Haiti matou algo em torno de 1 mil pessoas, o número agora pode ser bem maior, porque há muitos estragos na capital do país, Porto Príncipe, a região mais densamente povoada. Há mais brasileiros entre os mortos do que apenas os primeiros confirmados e de Zilda Arns. Essa é só a tragédia que nos une. Para o povo haitiano, também será hora de contar intelectuais, militantes e um sem-número de pessoas que podiam ajudar a impulsionar um novo Haiti – da política, da justiça social e dos direitos humanos. Pense em “Zildas Arns” haitianas que podem ter morrido. Esperar para ver. Reze pelo Haiti.</p>
<p><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/terremoto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-186" title="terremoto" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/terremoto.jpg" alt="" width="496" height="327" /></a></p>
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		<title>Caos dos furacões no Haiti &#8211; update de fotos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 06:28:30 +0000</pubDate>
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Agora, passado algum tempo após os quatro furacões que atormentaram o Haiti, chovem na internet atualizações das fotografias da tragédia. Para ser mais exato, das quase 800 mortes e outras dezenas de milhares de desabrigados. Via Haiti Innovation, recebo alguns links para navegar pela dimensão de ser pobre num país que está na rota dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="snap_preview">
<p><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/10/2845826762_b4d74a7b54.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-208" title="imagem" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/10/2845826762_b4d74a7b54.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><br />
Agora, passado algum tempo após os quatro furacões que atormentaram o Haiti, chovem na internet atualizações das fotografias da tragédia. Para ser mais exato, das quase <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/10/03/AR2008100302904.html" target="_blank">800 mortes</a> e outras dezenas de milhares de desabrigados. Via <a href="http://www.haitiinnovation.org/en/2008/10/13/haiti-innovation-flickr-update-10-13-2008" target="_blank">Haiti Innovation</a>, recebo alguns links para navegar pela dimensão de ser pobre num país que está na rota dos furacões. A foto acima é da equipe da <a href="http://www.flickr.com/photos/rnw/sets/72157607198321911/" target="_blank">Rádio Nederland</a>. Também tem a própria galeria do <a href="http://www.flickr.com/photos/haitiinnovation/" target="_blank">blog Haiti Innovation</a>. Na Federação Internacional da Cruz Vermelha, uma <a href="http://www.ifrc.org/photo/haiti0908/index.asp" target="_blank">galeria</a> mostra Gonaives alagada. A Cruz Vermelha dos Estados Unidos traz mais <a href="http://www.flickr.com/photos/americanredcross/sets/72157607228914160/" target="_blank">20 fotos</a>. Também no Flickr, imagens do comando militar dos <a href="http://www.flickr.com/photos/ussouthcom/sets/72157607831209271/" target="_blank">Estados Unidos</a> entregando a ajuda humanitária. <a href="http://www.flickr.com/photos/susanwalsh/" target="_blank">Susan Walsh</a> publicou fotografias de resgates em Gonaives. Complemento a apuração deles com links importantes da página da <a href="http://www.minustah.org/articles/1670/2/Limpossible-rentree-des-classes-aux-Gonaives/Galerie-de-photos-sur-cet-article.html" target="_blank">Minustah</a>, do <a href="http://www.haitiantimes.com/pages/home_top_stories_news/push?article-Donations-Diverted-Food-Aid-For-Storm-Victims-Rerouted-And-Sold-At-Marketplace%20&amp;link=push::target_page&amp;id=297043-Donations-Diverted-Food-Aid-For-Storm-Victims-Rerouted-And-Sold-At-Marketplace&amp;instance=home_news_right&amp;" target="_blank">Haitian Times</a>, do <span class="nickname"><a href="http://www.flickr.com/photos/ertmember/" target="_blank">TNT Emergency Response Team</a>, além do sempre impressionante olhar da fotógrafa Ariana Cubillos, do <a href="http://www.washingtonpost.com" target="_blank">Washington Post</a>, como na foto abaixo.<br />
</span></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://media3.washingtonpost.com/wp-dyn/content/photo/2008/09/26/PH2008092603991.jpg" alt="" width="520" height="337" /></p>
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