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	<title>HAITI.ORG.BR &#187; mortos</title>
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	<description>Jornalismo, Direitos Humanos e Solidariedade</description>
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		<title>A ‘interminável’ lista de mortos e desaparecidos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 10:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Aloisio Milani, do Haiti.Org

O número de mortos no terremoto no Haiti deve ultrapassar os 50 mil. Mas não há dúvidas de que uma contagem não será possível no curto prazo. Sem a identificação de corpos, o que se verá nos próximos dias é a constatação de uma geração “desaparecida” no terremoto. Talvez nunca se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Aloisio Milani, do Haiti.Org</em></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-484" title="haiti minustah" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/haiti-minustah-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></p>
<p>O número de mortos no terremoto no Haiti deve ultrapassar os 50 mil. Mas não há dúvidas de que uma contagem não será possível no curto prazo. Sem a identificação de corpos, o que se verá nos próximos dias é a constatação de uma geração “desaparecida” no terremoto. Talvez nunca se descubra o paradeiro de pessoas que moravam na capital Porto Príncipe.</p>
<p>Em pouco tempo, será possível mensurar que essa tragédia não só destruiu prédios e matou muita gente, mas, sobretudo, ativistas e trabalhadores que concentravam anos de experiência com o Haiti. O governo, as organizações sociais e instituições internacionais terão de reeorganizar suas equipes para buscar o conhecimento humano perdido na tragédia.</p>
<p>A amostra dessa geração de desaparecidos já pode ser conferida numa <a href="http://www.familylinks.icrc.org/haiti" target="_blank">lista oficial</a> gerida pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV). A lista é organizada como uma espécie de rede social pela internet. No Haiti, a Cruz Vermelha não foi ainda capaz de coletar e publicar no site da identidade e paradeiro das pessoas afetadas pelo terremoto. Mas esse é o objetivo para ajudar famílias a localizar seus parentes.</p>
<p>A esmagadora parte dos cadastrados são haitianos, com seus respectivos endereços e contatos de parentes no mundo todo. Milhares de pessoas fazem como o haitiano Charles Serge, nascido em Porto Príncipe, e que procura seu irmão Charles Tcheno, do qual não tem notícias. A rede funcionou muito bem na época do Furacão Katrina, para ajudar a reencontrar desaparecidos e desabrigados.</p>
<p>O Google também montou uma <a href="http://haiticrisis.appspot.com/" target="_blank">página</a> para tentar ajudar a encontrar vítimas.  A página está incluída na próxima home do Departamento de Estado do governo dos Estados Unidos. A lista, porém, não é acessível. Somente se pode inserir dados para procurar alguém ou caso tenha informações de vítimas.</p>
<p>Aqui abaixo, o projeto Haiti.Org também organiza um pequeno resumo da história de militares, diplomatas, ativistas e personalidades que perderam a vida no terremoto.</p>
<p><strong>Zilda Arns:</strong> médica brasileira, coordenadora internacional da Pastoral da Criança, morreu durante uma palestra a religiosos do Haiti, na capital Porto Príncipe.</p>
<p><strong>Luis Carlos da Costa:</strong> diplomata brasileiro no mais alto cargo da Organização das Nações Unidas. Estava no Hotel Christopher, onde funcionava a sede da missão.</p>
<p><strong>Hedi Annabi:</strong> diplomata tunisiano era chefe da missão da ONU, representando diretamente o secretário-geral no Haiti. Também morreu no escritório onde trabalhava.</p>
<p><strong>Jean-Max Bellerive:</strong> primeiro ministro haitiano foi confirmado entre os mortos no terremoto – sistema é parlamentarista, então era cargo importantíssimo.</p>
<p><strong>Georges Anglade:</strong> acadêmico haitiano-canadense, 65 anos, um dos fundadores da Universidade de Quebec em Montreal. Foi ex-ministro da gestão passada de René Préval.</p>
<p><strong>Mireille Anglade:</strong> esposa de Georges, também 65 anos, foi defensora dos direitos das mulheres no Haiti, foi professora de francês e diplomata das Nações Unidas.</p>
<p><strong>Joseph Serge Miot:</strong> arcebispo da capital Porto Príncipe desde 2008, foi encontrado sob os escombros do gabinete da arquidiocese.</p>
<p><strong>Mirna Narcisse Théodore:</strong> executiva do Ministério da Condição Feminina e dos Direitos da Mulher, uma das pessoas próximas ao atual presidente René Préval.</p>
<p><strong>Emílio Carlos Torres dos Santos: </strong>militar brasileiro, integrante do Gabinete do Comandante do Exército, em Brasília (DF).</p>
<p><strong>Raniel Batista de Camargos:</strong> subtenente brasileiro, 42 anos, conversava com a família no momento do terremoto. Era do 37º Batalhão de Infantaria Leve, em Lins (SP).</p>
<p><strong>Kléber da Silva Santos:</strong> soldado brasileiro na ONU, voltaria para se casar no Brasil no fim deste mês, era do 2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em São Vicente (SP).</p>
<p><strong>Arí Dirceu Fernandes Júnior:</strong> cabo brasileiro na ONU, deixa uma filha de 3 anos. Servia no 2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em São Vicente (SP).</p>
<p><strong>Rodrigo Augusto da Silva:</strong> soldado brasileiro na ONU, integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve, em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Felipe Gonçalves Júlio:</strong> soldado brasileiro na ONU, integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve, em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Antonio José Anacleto:</strong> soldado brasileiro na ONU, integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve, em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Tiago Anaya Detimermani:</strong> soldado brasileiro na ONU, deveria retornar, junto com outros militares, até 25 de janeiro. Integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve.</p>
<p><strong>Washington Luis de Souza Seraphin:</strong> cabo brasileiro na ONU, integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve, em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Douglas Pedrotti Neckel:</strong> cabo brasileiro na missão da ONU, tinha 23 anos e era gaúcho. Integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve, em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Rodrigo de Souza Lima:</strong> terceiro sargento brasileiro, integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve, em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Leonardo de Castro Carvalho:</strong> segundo sargento brasileiro, integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve, em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Davi Ramos de Lima:</strong> segundo sargento brasileiro, tinha 37 anos, morador de Lorena, casado e pai de três filhos. Servia no 5º Batalhão de Infantaria Leve, em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Bruno Ribeiro Mário: </strong>militar brasileiro na ONU, tinha 26 anos, nasceu em São Gabriel (RS) e era integrante do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena (SP).</p>
<p><strong>Francisco Adolfo Vianna Martins Filho:</strong> major brasileiro, era observador militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah).</p>
<p><strong>Marcus Vinicius Macêdo Cysneiros: </strong>tenente-coronel brasileiro, era observador militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah).</p>
<p><strong>Márcio Guimarães Martins:</strong> oficial de Estado-Maior do Batalhão de Infantaria de Força de Paz no 12º contingente brasileiro da missão da ONU.</p>
<p><strong>João Eliseu Souza Zanin:</strong> militar brasileiro ligado ao gabinete do Comandante do Exército e encontrava-se no Haiti para reuniões de coordenação de pessoal.</p>
<p><strong>Carlos Joubert:</strong> produtor musicial haitiano, considerado um grande agitador cultural da capital Porto Príncipe e com muitas ligações no exterior.</p>
<p><strong>Doug Coates:</strong> policial superintendente do Canadá, habitante de Quebec, e que trabalhava como comissário de política para as Nações Unidas no Haiti. Seu corpo foi encontrado sob os escombros.</p>
<p><strong>Mark Gallagher:</strong> sargento canadense, oficial de relações públicas da Royal Canadian Mounted Police (RCMP), morto no treinamento aos novos policiais haitianos.</p>
<p><strong>William Siemienski:</strong> funcionário canadense da Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional (ACDI). Teve a morte confirmada pelo governo.</p>
<p><strong>Helene Rivard:</strong> funcionária canadense da Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional (ACDI). Teve a morte confirmada pelo governo.</p>
<p><strong>Philippe Rouzier:</strong> professor canadense da Universidade Laval, estava trabalhando para as Nações Unidas como economista depois de voltar a morar para o Haiti no final da década de 80.</p>
<p><strong>Victoria J. DeLong:</strong> diplomata norte-americana, 57 anos, adida cultural da Embaixada dos Estados Unidos no Haiti, encontrada morta em sua casa.</p>
<p><em>[Em atualização...]</em></p>
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		<title>Caos dos furacões no Haiti &#8211; update de fotos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 06:28:30 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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Agora, passado algum tempo após os quatro furacões que atormentaram o Haiti, chovem na internet atualizações das fotografias da tragédia. Para ser mais exato, das quase 800 mortes e outras dezenas de milhares de desabrigados. Via Haiti Innovation, recebo alguns links para navegar pela dimensão de ser pobre num país que está na rota dos [...]]]></description>
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<p><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/10/2845826762_b4d74a7b54.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-208" title="imagem" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/10/2845826762_b4d74a7b54.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><br />
Agora, passado algum tempo após os quatro furacões que atormentaram o Haiti, chovem na internet atualizações das fotografias da tragédia. Para ser mais exato, das quase <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/10/03/AR2008100302904.html" target="_blank">800 mortes</a> e outras dezenas de milhares de desabrigados. Via <a href="http://www.haitiinnovation.org/en/2008/10/13/haiti-innovation-flickr-update-10-13-2008" target="_blank">Haiti Innovation</a>, recebo alguns links para navegar pela dimensão de ser pobre num país que está na rota dos furacões. A foto acima é da equipe da <a href="http://www.flickr.com/photos/rnw/sets/72157607198321911/" target="_blank">Rádio Nederland</a>. Também tem a própria galeria do <a href="http://www.flickr.com/photos/haitiinnovation/" target="_blank">blog Haiti Innovation</a>. Na Federação Internacional da Cruz Vermelha, uma <a href="http://www.ifrc.org/photo/haiti0908/index.asp" target="_blank">galeria</a> mostra Gonaives alagada. A Cruz Vermelha dos Estados Unidos traz mais <a href="http://www.flickr.com/photos/americanredcross/sets/72157607228914160/" target="_blank">20 fotos</a>. Também no Flickr, imagens do comando militar dos <a href="http://www.flickr.com/photos/ussouthcom/sets/72157607831209271/" target="_blank">Estados Unidos</a> entregando a ajuda humanitária. <a href="http://www.flickr.com/photos/susanwalsh/" target="_blank">Susan Walsh</a> publicou fotografias de resgates em Gonaives. Complemento a apuração deles com links importantes da página da <a href="http://www.minustah.org/articles/1670/2/Limpossible-rentree-des-classes-aux-Gonaives/Galerie-de-photos-sur-cet-article.html" target="_blank">Minustah</a>, do <a href="http://www.haitiantimes.com/pages/home_top_stories_news/push?article-Donations-Diverted-Food-Aid-For-Storm-Victims-Rerouted-And-Sold-At-Marketplace%20&amp;link=push::target_page&amp;id=297043-Donations-Diverted-Food-Aid-For-Storm-Victims-Rerouted-And-Sold-At-Marketplace&amp;instance=home_news_right&amp;" target="_blank">Haitian Times</a>, do <span class="nickname"><a href="http://www.flickr.com/photos/ertmember/" target="_blank">TNT Emergency Response Team</a>, além do sempre impressionante olhar da fotógrafa Ariana Cubillos, do <a href="http://www.washingtonpost.com" target="_blank">Washington Post</a>, como na foto abaixo.<br />
</span></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://media3.washingtonpost.com/wp-dyn/content/photo/2008/09/26/PH2008092603991.jpg" alt="" width="520" height="337" /></p>
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