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	<title>HAITI.ORG.BR &#187; ajuda humanitária</title>
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	<description>Jornalismo, Direitos Humanos e Solidariedade</description>
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		<title>Dez dias que abalaram o Haiti&#8230; e o mundo</title>
		<link>http://haiti.org.br/2010/01/dez-dias-que-abalaram-o-haiti-e-o-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 18:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Na terça-feira, dia 12, o Haiti viveu sua pior tragédia humanitária. Nos dez dias completados nessa sexta-feira, 22, o mundo conheceu em imagens a destruição de um já empobrecido país. O que se viu na mídia foi, antes de tudo, um campeonato de imagens e fotografias horripilantes, bem disse o ativista Jean-Louis Bianco. Ao mesmo tempo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-588" title="terremoto 10 dias" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/terremoto-10-dias.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Na terça-feira, dia 12, o Haiti viveu sua pior tragédia humanitária. Nos dez dias completados nessa sexta-feira, 22, o mundo conheceu em <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-imagens-para-uso-nao-comercial/" target="_blank">imagens</a> a destruição de um já empobrecido país. O que se viu na mídia foi, antes de tudo, um campeonato de imagens e fotografias horripilantes, bem disse o ativista <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-a-l%e2%80%99epreuve-du-choc/" target="_blank">Jean-Louis Bianco</a>. Ao mesmo tempo, serviu para alertar uma rede gigantesca de pessoas solidárias, dispostas a entender o Haiti mais profundamente. Principalmente sobre os riscos de receber ajuda humanitária aliada a uma ocupação militar e a uma posterior direção no futuro soberano e independente do país.</p>
<p>Sem comunicação quase alguma, as primeiras notícias do terremoto começaram a viajar pelo mundo somente na madrugada da quarta-feira. Ali, aparecia a dimensão de uma nova crise social e política. O Palácio do Governo desabou. Integrantes do governo morreram. A sede da ONU em Porto Príncipe, o bunker da atual ocupação militar, ruiu. Matou seu staff maior no país: os diplomatas Hedi Annabi e Luis Carlos da Costa. Sob os escombros da capital, um incontável número de corpos, posteriormente, empilhados e enterrados em valas comuns. Criou-se a <a href="http://haiti.org.br/2010/01/a-%e2%80%98interminavel%e2%80%99-lista-de-mortos-e-desaparecidos-no-haiti/" target="_blank">&#8220;geração de desaparecidos&#8221;</a>.</p>
<p>Em dez dias, inúmeros outros terremotos abalaram Porto Príncipe. O maior deles foi sentido na manhã de quarta-feira, dia 20.  A sensação era de impotência, desespero, fragilidade. Não se via fotos com tantos mortos desde Iraque, Uganda e do tsunami asiático. Atônita, a ONU viveu sua pior tragédia com mais de 100 mortos na missão. Os Estados Unidos, chamados à intervir em seu “quintal”, atropelaram qualquer outra estrutura e controlaram militarmente vários pontos estratégicos, sobretudo o aeroporto semi-destruído.</p>
<p>A mídia mobilizou suas estruturas. Agências e televisões internacionais voaram às pressas para o país mais pobre das Américas. O Brasil, que há quase seis anos chefiando o braço militar da missão da ONU, não dispunha de nenhum jornalista por lá. Mas o destino faria o Brasil voltar seus olhos de novo para o Caribe. De cara, uma dezena de soldados mortos no terremoto. Seriam quase 20. Também chegava a notícia da morte da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. A <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-e-o-%e2%80%9cestado-de-sitio%e2%80%9d-permanente-2/" target="_blank">tragédia unia Brasil e Haiti</a> mais uma vez.</p>
<p>Em viagem ao Haiti, um grupo de estudantes e pesquisadores de Antropologia da Unicamp abasteciam um <a href="http://lacitadelle.wordpress.com" target="_blank">blog</a> com surpreendentes descrições da capital. &#8220;O que vemos hoje em Porto Príncipe, dois dias após o terremoto é um exemplo indescritível de civismo e ajuda. Não há o caos, como parte dos jornalistas que nos procuram querem ouvir, as pessoas não estão em desespero e nem há sinal da “barbárie imaginária” que molda o nosso preconceito sobre o Haiti. Os haitianos estão se virando como sempre fizeram após embargos e avanços econômicos internacionais que implodiram a produção local&#8221;, descreveram.</p>
<p>Muitos países e entidades anunciaram doações em dinheiro. A Federação Internacional da Cruz Vermelha classificou como a maior operação de ajuda humanitária da história, acima do que foi feito no tsunami asiático. Ainda assim, não faltaram críticas de atrasos e priorização dos resgates para os prédios das Nações Unidas. Algumas doações foram puro marketing e oportunismo. Uma delas a do Fundo Monetário Internacional (FMI) que disponibilizou um &#8220;empréstimo&#8221; (sim, isso mesmo) para o Haiti. Como se a destruição permitisse pagar o dinheiro a curto prazo. Depois de uma saraivada de críticas, o montante deve ser repertido em doação. A ver&#8230;</p>
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		<title>Haiti’s suffering is a result of calculated impoverishment</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 10:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
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By Seumas Milne, para o The Guardian

There is no relief for the people of Haiti, it seems, even in their hour of promised salvation. More than a week after the earthquake that may have killed 200,000 people, most Haitians have seen nothing of the armada of aid they have been promised by the outside world. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>By Seumas Milne, para o The Guardian</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-568" title="escombros carrefour" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/escombros-carrefour.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>There is no relief for the people of Haiti, it seems, even in their hour of promised salvation. More than a week after the earthquake that may have killed 200,000 people, most Haitians have seen nothing of the armada of aid they have been promised by the outside world. Instead, while the <a title="US military has commandeered Port-au-Princes airport" href="http://www.guardian.co.uk/world/blog/audio/2010/jan/19/guardian-daily-podcast">US military has commandeered Port-au-Prince&#8217;s ­airport</a> to pour thousands of soldiers into the stricken Caribbean state, wounded and hungry survivors of the catastrophe have carried on dying.</p>
<p>Most scandalously, US commanders have repeatedly turned away flights bringing medical equipment and ­emergency supplies from organisations such as the World Food Programme and Médecins Sans Frontières, in order to give priority to landing troops. Despite the remarkable patience and solidarity on the streets and the relatively small scale of looting, the aim is said to be to ensure security and avoid &#8220;another Somalia&#8221; – a reference to the US ­military&#8217;s &#8220;Black Hawk Down&#8221; ­humiliation in 1993. It&#8217;s an approach that ­certainly chimes with well-­established traditions of keeping Haiti under control.</p>
<p>In the last couple of days, another motivation has become clearer as the US has launched a full-scale <a title="naval blockade" href="http://www.independent.ie/world-news/americas/us-ships-set-up-blockade-to-prevent-a-mass-exodus-2022667.html">naval blockade</a> of Haiti to prevent a seaborne exodus by refugees seeking sanctuary in the United States from the desperate aftermath of disaster. So while Welsh firefighters and Cuban ­doctors have been getting on with the job of ­saving lives this week, the 82nd Airborne Division was busy parachuting into the ruins of Haiti&#8217;s presidential palace.</p>
<p>There&#8217;s no doubt that more Haitians have died as a result of these shockingly perverse priorities. As Patrick Elie, former defence minister in the government of Jean-Bertrand Aristide – twice overthrown with US support – put it: &#8220;We don&#8217;t need soldiers, there&#8217;s no war here.&#8221; It&#8217;s hardly surprising if Haitians such as Elie, or French and Venezuelan leaders, have talked about the threat of a new US occupation, given the scale of the takeover.</p>
<p>Their criticisms have been dismissed as kneejerk anti-Americanism at a time when the US military is regarded as the only force that can provide the ­logistical backup for the relief effort. In the context of Haiti&#8217;s gruesome history of invasion and exploitation by the US and European colonial powers, though, that is a truly asinine response. For while last week&#8217;s earthquake was a natural ­disaster, the scale of the human catastrophe it has unleashed is man-made.</p>
<p>It is uncontested that poverty is the main cause of the horrific death toll: the product of teeming shacks and the absence of health and public infrastructure. But Haiti&#8217;s poverty is treated as some ­baffling quirk of history or culture, when in reality it is the direct ­consequence of a uniquely brutal ­relationship with the outside world — notably the US, France and Britain — stretching back centuries.</p>
<p>Punished for the success of its uprising against slavery and self-proclaimed first black republic of 1804 with invasion, blockade and a crushing burden of debt reparations only finally paid off in 1947, Haiti was occupied by the US between the wars and squeezed mercilessly by multiple creditors. More than a century of deliberate colonial impoverishment was followed by decades of the US-backed dictatorship of the Duvaliers, who indebted the country still further.</p>
<p>When the liberation theologist <a title="Aristide" href="http://www.guardian.co.uk/world/2010/jan/18/aristide-haiti-mandate-recovery">Aristide</a> was elected on a platform of development and social justice, his challenge to Haiti&#8217;s oligarchy and its international sponsors led to two foreign-backed coups and US invasions, a suspension of aid and loans, and eventual exile in 2004. Since then, thousands of UN troops have provided security for a discredited political system, while ­global financial institutions have imposed a relentlessly neoliberal diet, pauperising Haitians still further.</p>
<p>Thirty years ago, for example, Haiti was self-sufficient in its staple of rice. In the mid-90s the IMF forced it to slash tariffs, the US dumped its subsidised surplus on the country, and Haiti now imports the bulk of its rice. Tens of thousands of rice farmers were forced to move to the jerry-built slums of Port-au-Prince. Many died as a result last week.</p>
<p>The same goes for the lending and aid conditions imposed over the past two decades, which forced Haitian governments to privatise, hold down the minimum wage and cut back the already minimal health, education and public infrastructure. The impact can be seen in the helplessness of the Haitian state to provide the most basic relief to its own people. Even now, new IMF loans require Haiti to raise electricity prices and freeze public sector pay in a country where most people live on less than two dollars a day.</p>
<p>What this saga translates into in real life can be seen in the stark contrast between Haiti, which has taken its market medicine, with nearby Cuba, which hasn&#8217;t, but suffers from a 50-year US economic blockade. While Haiti&#8217;s infant mortality rate is around 80 per 1,000, Cuba&#8217;s is 5.8; while nearly half Haitian adults are illiterate, the figure in Cuba is around 3%. And while 800 Haitians died in the hurricanes that devastated both islands last year, Cuba lost four people.</p>
<p>In her book <a title="The Shock Doctrine" href="http://books.guardian.co.uk/series/naomiklein">The Shock Doctrine</a>, Naomi Klein shows how natural disasters and wars, from Iraq to the 2004 Asian tsunami, have been used by corporate interests and their state ­sponsors to drive through predatory neoliberal ­policies, from ­radical deregulation to privatisation, that would have been impossible at other times. There&#8217;s no doubt that some would now like to impose a form of ­disaster ­capitalism on Haiti. The influential US conservative Heritage Foundation initially <a title="argued last week" href="http://www.naomiklein.org/articles/2010/01/haiti-disaster-capitalism-alert-stop-them-they-shock-again">argued last week</a> that the ­earthquake ­offered ­&#8221;opportunities to ­reshape Haiti&#8217;s long-dysfunctional government and ­economy as well as to improve the ­public image of the United States&#8221;.</p>
<p>The former president Bill Clinton, who wants to build up Haiti&#8217;s export-processing zones, appeared to contemplate something similar, though a good deal more sensitively, in an interview with the BBC. But more sweatshop assembly of products neither made nor sold in Haiti won&#8217;t develop its economy nor provide a regular income for the majority. That requires the cancellation of Haiti&#8217;s existing billion-dollar debt, a replacement of new loans with grants, and a Haitian-led democratic reconstruction of their own country, based on public investment, redevelopment of agriculture and a crash literacy programme. That really would offer a route out of Haiti&#8217;s horror.</p>
<p><em>This article was first published in <a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/cifamerica/2010/jan/20/haiti-suffering-earthquake-punitive-relationship">The Guardian</a> </em></p>
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		<title>Google Earth atualiza imagens do Haiti para ajudar resgates</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 19:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Rafael Cabral, Caderno Link
O Google Earth atualizou os mapas do Haiti para colaborar com as operações de resgate aos sobreviventes dos terremotos que atingiram o país. Em parceria com a companhia de imagens geoespaciais GeoEye, a empresa disponibilizou imagens de satélite de Porto Príncipe que mostram comparativamente o resultado do desastre natural, e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Rafael Cabral, Caderno Link</p>
<p>O Google Earth atualizou os mapas do Haiti para colaborar com as operações de resgate aos sobreviventes dos terremotos que atingiram o país. Em parceria com a companhia de imagens geoespaciais GeoEye, a empresa disponibilizou imagens de satélite de Porto Príncipe que mostram comparativamente o resultado do desastre natural, e que podem ser vistas tanto pelo <a href="http://mw1.google.com/mw-earth-vectordb/haiti/Haiti-Earthquake-nl.kml">programa</a> quanto pelo <a href="http://google-latlong.blogspot.com/2010/01/haiti-imagery-layer-now-available.html">navegador</a>. Em um post no seu blog, o Google também se dispôs a ajudar a ONU nas operações de busca e pede aos usuários que enviem dados para &#8220;construir um melhor mapa do Haiti&#8221;.</p>
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		<title>Entidades pedem doações para socorrer vítimas</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 03:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O terremoto no Haiti tem um número ainda incontável de mortos e feridos. E será incerto assim por dias, talvez semanas. Relatos apontam que muitos dos corpos não são sequer identificados e vão para valas comuns, abertas em ruas e praças. Agora, somente é possível ouvir estimativas. Elas variam de 50 mil a 200 mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-311" title="terremoto minustah" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/terremoto-minustah-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></p>
<p>O terremoto no Haiti tem um número ainda incontável de mortos e feridos. E será incerto assim por dias, talvez semanas. Relatos apontam que muitos dos corpos não são sequer identificados e vão para valas comuns, abertas em ruas e praças. Agora, somente é possível ouvir estimativas. Elas variam de 50 mil a 200 mil mortos, também de 750 mil a 1 milhão de desabrigados e, pelo menos, 250 mil pessoas que precisam de cuidados médicos urgentes. Uma série de entidades divulgou formas de ajuda, sobretudo em dinheiro. Abaixo, segue uma lista daquelas que possuem trabalhos de socorro imediato às vítimas.</p>
<p><strong>Comitê Internacional da Cruz Vermelha</strong><br />
Banco: HSBC<br />
Agência: 1276<br />
Conta Corrente: 14526-84<br />
CNPJ: 04359688/0001-51</p>
<p><strong>Médicos Sem Fronteiras</strong><br />
Doações com cartão de crédito</p>
<p>http://www.msf.org.br</p>
<p><strong>Nações Unidas &#8211; Pnud</strong><br />
Banco: Caixa Econômica Federal<br />
Agência: 0647<br />
Operação: 003<br />
Conta Corrente: 600-1</p>
<p><strong>Nações Unidas – Unicef</strong><br />
Doações online</p>
<p>http://migre.me/gDP1</p>
<p>http://www.unicef.org/</p>
<p><strong>Cáritas Internacional</strong><br />
Banco: Banco do Brasil<br />
Agência: 3475-4<br />
Conta Corrente: 23.969-0</p>
<p><strong>Partners in Health</strong><br />
Doações por cartão de crédito</p>
<p>http://migre.me/gDPB</p>
<p>http://standwithhaiti.org</p>
<p><strong>Embaixada da República do Haiti<br />
</strong>Banco: Banco do Brasil<br />
Agência: 1606-3<br />
CC: 91000-7<br />
CNPJ: 04170237/0001-71</p>
<p>Agora, se você não consegue ajudar com dinheiro, nos ajude a pensar alternativas de desenvolvimento para o país. O projeto Haiti.org abriu uma <a href="http://haiti.org.br/colabore/" target="_self">página</a> com um banco de sugestões e projetos para receber sugestões. Por exemplo, você pode conhecer, em qualquer parte do Brasil ou do mundo, uma série de empresas, entidades ou universidades que possam estruturar projeto de cooperação com os haitianos.</p>
<p>Pense nisso e escreva para nós. Ajude a criar novas alternativas para os haitianos. Em qualquer área: agricultura, construção civil, saúde, educação, fomento de organizações comunitárias, comunicação, etc. As propostas bem desenvolvidas serão enviadas a outras entidades e publicadas no site à disposição de interessados. Uma forma de compartilhar idéias solidárias.</p>
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		<title>Ex-comandante: ajuda eficaz é melhor que dinheiro</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 01:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eliano Jorge, do Terra Magazine

Com a experiência de ter comandado a Missão de Paz no Haiti, entre janeiro de 2006 e janeiro de 2007, o general José Elito Carvalho Siqueira tomou a iniciativa de aderir às operações de ajuda ao país arruinado pelo terremoto de terça-feira, 12. Atual secretário de Ensino, Logística, Mobilização, Ciência e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Eliano Jorge, do </em><a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4205796-EI6580,00-Excomandante+da+MinustahAjuda+eficaz+e+melhor+que+dinheiro.html" target="_blank"><em>Terra Magazine</em><br />
</a><br />
Com a experiência de ter comandado a Missão de Paz no Haiti, entre janeiro de 2006 e janeiro de 2007, o general José Elito Carvalho Siqueira tomou a iniciativa de aderir às operações de ajuda ao país arruinado pelo terremoto de terça-feira, 12. Atual secretário de Ensino, Logística, Mobilização, Ciência e Tecnologia, do Ministério da Defesa, ele alerta para a importância da coordenação do auxílio internacional.</p>
<p>- Isso é mais importante do que apenas um valor financeiro &#8211; frisa, em referência às centenas de milhões de dólares doadas por diversos países.</p>
<p>&#8220;O que precisa, e realmente lá a Missão de Paz e as autoridades sabem, é que haja uma coordenação, uma integração de planos, de ideias e de prioridade, para que aqueles recursos, aquelas ajudas tenham resultados positivos e rápidos como a população e o país necessitam&#8221;, avalia o general sergipano.</p>
<p>Siqueira explica que não há solução-padrão dos militares para os dias seguintes à catástrofe. &#8220;Nas primeiras 72 horas, a prioridade total tem que ser (amenizar) o sofrimento daquelas pessoas, sem deixar de ter o foco na segurança&#8221;.</p>
<p>Há quatro anos, ele substituiu o general Urano Teixeira da Matta Bacellar, que foi encontrado morto num hotel haitiano. Chegou a poucos dias da eleição do presidente René Préval.</p>
<p>Embora evite números, Siqueira calcula que a Missão de Paz necessite de uma a duas décadas para deixar o Haiti. E não altera a estimativa por causa do violento tremor. A participação brasileira, porém, não precisaria ser tão extensa: &#8220;A presença do Brasil é uma decisão política, mas a presença da ONU eu creio que seria nessa faixa de 10 a 20 anos&#8221;.</p>
<p>Ele destaca o papel verde-amarelo. &#8220;A liderança do Brasil na Missão é espontânea e autêntica porque foi se conseguindo nos últimos cinco anos pelos resultados, pela competência, pela motivação, pelo comprometimento&#8221;, justifica. &#8220;Acho que deve ser mantida, seja numa situação crítica como esta, seja em outra qualquer&#8221;.</p>
<p>Confira a entrevista.</p>
<p><strong>Terra Magazine &#8211; De que forma o senhor tem participado das operações de ajuda ao Haiti?<br />
José Elito Carvalho Siqueira -</strong> Estou ligado ao assunto Haiti por razões óbvias da experiência e do fato de ter sido Force Commander. Mas, dentro do Ministério da Defesa, temos o Estado Maior da Defesa, que é uma outra secretaria, do mesmo nível da minha, e que é, desde que começou a missão, junto com o Comando de Operações do Exército e da Marinha, responsável pela rotina e pela execução da missão. Como somos assessores diretos do ministro e pelo fato de ter vivido a experiência do Haiti como Force Commander, nós participamos diretamente das reuniões, em algumas observações, até mesmo porque conheço muitas das pessoas que ainda estão lá. Foi uma cooperação espontânea.</p>
<p><strong>Que orientações o senhor fez?</strong><br />
Isso não é um assunto novo. Você viu aí, na imprensa como um todo, que todos os países do mundo já naturalmente, espontaneamente, estão vendo isso. O que precisa, e realmente lá a Missão de Paz e as autoridades sabem, é que haja uma coordenação, uma integração de planos, de ideias e de prioridade, para que aqueles recursos, aquelas ajudas tenham resultados positivos e rápidos como a população e o país necessitam. Isso é mais importante do que apenas um valor financeiro.</p>
<p><strong>Há relatos de caos, polícia reprimindo saques, falta de alimento e água, serviços básicos interrompidos, a infraestrutura básica já era precária. Que medidas urgentes podem ser tomadas lá e como o senhor imagina que sejam estes momentos iniciais?</strong><br />
Depois de um problema como esse, de uma situação tão catastrófica, não há uma solução-padrão. Nas primeiras 72 horas lá, a prioridade total tem que ser (amenizar) o sofrimento daquelas pessoas, sem deixar de ter o foco na segurança. As Forças (de Segurança) têm isso em seus planejamentos e certamente estão executando. É claro que esta situação de segurança está 24 horas no ar porque isto é o papel principal da Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti), a segurança e a estabilidade do país. Fica muito difícil, em qualquer situação como essa, ter uma condição perfeita porque, nessa conduta, você não pode deixar de prover a segurança nem a ajuda humanitária para centenas de milhares de pessoas. Eu diria que ainda é muito cedo para dizer como fazer com situações que estarão aparecendo.</p>
<p><strong>Em relação ao furacão que atingiu o Haiti em 2008, que experiência pode ser usada agora? E qual é a diferença entre os dois desastres?</strong><br />
A diferença é bem nítida na antecipação dos fatos. Na época em que estávamos, tivemos um furacão de menor intensidade. Houve um forte antes e outro depois. Mas o furacão destaca-se principalmente pela previsibilidade. Então, você acompanha, pelo satélite e pelas informações, a tendência, o desvio, a intensidade. Facilitava a vida de todos nós e da população. Isso dá a todos um tempo de reação, coisa que, dois dias atrás, o Haiti não teve. Essa é a diferença básica, além do que o furacão não passou em Porto Príncipe de uma forma tão forte. É uma cidade de 3 milhões de habitantes, maior do que Porto Alegre e Salvador em população, e num nível de vida abaixo da média. Então, as consequências são sempre piores numa situação dessa (ocorrendo na populosa capital). O furacão foi fortíssimo, e não se pode prever.</p>
<p><strong>Que características do Haiti &#8211; como a geografia ou hábito da população, por exemplo &#8211; podem dificultar ou facilitar a situação depois do terremoto?</strong><br />
Qualquer situação em Porto Príncipe é sempre mais complicada do que outro lugar do Haiti por causa da grande concentração de população. Quase metade dos habitantes mora na capital, onde mais de 60% das casas não tem água nem luz, existem áreas muito pobres. Até mesmo na normalidade, a situação não é muito boa. Estava melhorando, estávamos todos muito motivados e felizes por ver as oportunidades aparecendo. Mas é uma coisa lenta, ao longo de alguns anos. E, de repente, acontece isso, que nos deixa muito tristes. Qualquer problema no Haiti é sempre um pouco mais complicado, principalmente em Porto Príncipe porque é uma grande capital e com dados de infra-estrutura abaixo da média desejada.</p>
<p><strong>Como fica essa responsabilidade de o Brasil liderar uma nova reconstrução do país?</strong><br />
A Missão tinha representação de cerca de 20 países, com tropa ou sem tropa. Por exemplo, os EUA têm dois, três ou quatro oficiais de Estado Maior, mas não têm tropa. Já Nepal, Sri Lanka, Jordânia e Brasil têm Estado Maior e tropa. A liderança do Brasil na Missão é espontânea e autêntica porque foi se conseguindo nos últimos cinco anos pelos resultados, pela competência, pela motivação, pelo comprometimento. Mas é um trabalho de todos, são 7 mil homens de 20 países. Então, a liderança veio, ao longo do tempo, se consagrando, e acho que deve ser mantida, seja numa situação crítica como esta, seja em outra qualquer.</p>
<p><strong>O senhor calcula que será necessário a missão da ONU ficar mais quanto tempo no Haiti?</strong><br />
Tempo não é uma boa medida. Mas, um país em crise &#8211; como o Haiti ou qualquer outro país pobre, em que se perderam gerações de estudos, saúde e desenvolvimento &#8211; normalmente é em torno de uma geração para você recuperar, para educar uma criança e ela passar a ser um adulto. Normalmente, de 10 a 20 anos, digamos assim &#8211; para tornar em tempo, mas isto não é matemática -, é o que talvez precisasse para aquele país tivesse sua infraestrutura para ir à frente com seus próprios meios. A presença do Brasil é uma decisão política, mas a presença da ONU eu creio que seria nessa faixa de 10 a 20 anos.</p>
<p><strong>E depois do terremoto?</strong><br />
Eu continuaria com esta mesma ideia porque é uma crise de uma forma diferente da anterior, mas os problemas, as prioridades da população, o seu bem estar, a saúde, continuam, só que agora agravados, claro. Isto vai depender não da missão, vai depender de todos; da cooperação dos países; dos recursos que têm que ser dados ao Haiti para que ele possa se reestruturar; da criação de casas, de infra-estrutura de água, de luz&#8230; Um trabalho enorme que não é da Missão de Paz, que está lá para garantir ao país uma segurança, uma estabilidade de seu povo e de suas instituições para que os investimentos e o desenvolvimento possam acontecer. Isso, certamente, agora vai ter que continuar tão importante quanto antes ou até mais, com essa situação crítica.</p>
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		<title>Caos dos furacões no Haiti &#8211; update de fotos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 06:28:30 +0000</pubDate>
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<p><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/10/2845826762_b4d74a7b54.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-208" title="imagem" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/10/2845826762_b4d74a7b54.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><br />
Agora, passado algum tempo após os quatro furacões que atormentaram o Haiti, chovem na internet atualizações das fotografias da tragédia. Para ser mais exato, das quase <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/10/03/AR2008100302904.html" target="_blank">800 mortes</a> e outras dezenas de milhares de desabrigados. Via <a href="http://www.haitiinnovation.org/en/2008/10/13/haiti-innovation-flickr-update-10-13-2008" target="_blank">Haiti Innovation</a>, recebo alguns links para navegar pela dimensão de ser pobre num país que está na rota dos furacões. A foto acima é da equipe da <a href="http://www.flickr.com/photos/rnw/sets/72157607198321911/" target="_blank">Rádio Nederland</a>. Também tem a própria galeria do <a href="http://www.flickr.com/photos/haitiinnovation/" target="_blank">blog Haiti Innovation</a>. Na Federação Internacional da Cruz Vermelha, uma <a href="http://www.ifrc.org/photo/haiti0908/index.asp" target="_blank">galeria</a> mostra Gonaives alagada. A Cruz Vermelha dos Estados Unidos traz mais <a href="http://www.flickr.com/photos/americanredcross/sets/72157607228914160/" target="_blank">20 fotos</a>. Também no Flickr, imagens do comando militar dos <a href="http://www.flickr.com/photos/ussouthcom/sets/72157607831209271/" target="_blank">Estados Unidos</a> entregando a ajuda humanitária. <a href="http://www.flickr.com/photos/susanwalsh/" target="_blank">Susan Walsh</a> publicou fotografias de resgates em Gonaives. Complemento a apuração deles com links importantes da página da <a href="http://www.minustah.org/articles/1670/2/Limpossible-rentree-des-classes-aux-Gonaives/Galerie-de-photos-sur-cet-article.html" target="_blank">Minustah</a>, do <a href="http://www.haitiantimes.com/pages/home_top_stories_news/push?article-Donations-Diverted-Food-Aid-For-Storm-Victims-Rerouted-And-Sold-At-Marketplace%20&amp;link=push::target_page&amp;id=297043-Donations-Diverted-Food-Aid-For-Storm-Victims-Rerouted-And-Sold-At-Marketplace&amp;instance=home_news_right&amp;" target="_blank">Haitian Times</a>, do <span class="nickname"><a href="http://www.flickr.com/photos/ertmember/" target="_blank">TNT Emergency Response Team</a>, além do sempre impressionante olhar da fotógrafa Ariana Cubillos, do <a href="http://www.washingtonpost.com" target="_blank">Washington Post</a>, como na foto abaixo.<br />
</span></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://media3.washingtonpost.com/wp-dyn/content/photo/2008/09/26/PH2008092603991.jpg" alt="" width="520" height="337" /></p>
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