Colabore
O projeto Haiti.Org é uma iniciativa independente. Não tem financiamento de governos ou partidos. Constitui-se como uma proposta civil para ajudar o futuro do Haiti, rotulado como o país mais pobre das Américas e extremamente carente de alternativas – materiais e intelectuais.
Os haitianos precisam não apenas de alimentos e esmolas – embora essa ajuda seja bem-vinda, ainda mais com a ocorrência do terremoto que destruiu a capital Porto Príncipe.
O país caribenho precisa de médicos, professores, agrônomos, engenheiros e, sobretudo, ideias. Novas propostas e alternativas concretas de mudar a rotina da maioria da população: desemprego e pobreza.
Você pode colaborar com Haiti.Org de várias maneiras e em muitas escalas. Com ou sem dinheiro. Pode dedicar seu tempo e sua inteligência, por exemplo.
Se a opção for dinheiro, você estará subsidiando uma rede de colaboradores (jornalistas, tradutores, artistas e ativistas) e nos ajudará a manter um círculo de informações sobre o país em cinco línguas (português, inglês, francês, espanhol e creoule). Os recursos serão aplicados na produção de noticiário, de debates e na construção da rede informacional. Para isso, você pode escrever para haitibr@gmail.com e entender os formatos de doação. Mas se sua opção for ajudar de outra maneira, o projeto também abre espaço para isso. Solidariedade parte deste princípio.
A seguir, algumas opções:
A) Informação e conhecimento: O Brasil tem um grande contingente militar no Haiti e ainda hoje pouco sabemos sobre o dia-a-dia desse país do Caribe. Se você é um cidadão interessado no tema pode nos ajudar a produzir conteúdo sobre a atuação da missão da ONU e o futuro do país. Se você é comunicador ou estudante, pode nos envie textos, áudios e vídeos para veicularmos no Haiti.Org. Também pode nos indicar análises e reflexões acadêmicas para nosso acervo digital.
B) Tradução solidária: Este é um projeto multilíngüe. Aliás, essa é uma característica de todo haitiano. Sua capacidade de falar um pouco de várias línguas: inglês, espanhol, francês, além da língua nativa, o creoule. Mas para haver troca de informações, é necessário também haver traduções. Se você é fluente em outras línguas pode ser um tradutor-colaborador, nos enviando versões de textos e notas colhidas em outros países. Esse trabalho terá os devidos créditos da fonte e divulgados para o maior número de veículos e pessoas.
C) Cultura e arte: A arte muda e sensibiliza pessoas. Haiti e Brasil são países irmãos culturalmente. Na formação de seu povo, os negros levados à força da África para lá e para cá possuem semelhantes. O Haiti se libertou da escravidão há mais de 200 anos, época em que a elite brasileira era a roda escravocrata americana, ao lado de Cuba e Estados Unidos. Hoje, estamos próximos pelas religiões afrodescendentes, pela música, pelo amor ao futebol. Se você é artista ou um agitador cultural, pode nos enviar obras e dicas para ampliar a troca da arte entre os países.
D) Idéias de cooperação: Cada trabalhador, em sua especialidade, pode sugerir que uma série de empresas, entidades ou universidades possam estruturar projetos de cooperação com os haitianos. Pense nisso e escreva para nós. Ajude a criar novas alternativas para os haitianos. Em qualquer área: agricultura, construção civil, saúde, educação, fomento de organizações comunitárias, comunicação, etc. As propostas bem desenvolvidas serão enviadas a outras entidades e publicadas no site à disposição de interessados.
O e-mail do projeto é haitibr@gmail.com
No Twitter @haitibr


Como Resolver Onda de Violência no Pós-Desatre?
Minha sugestão: “Pão e Circo”, não é/era a máxima do capitalismo descoberta por Marx… Mas aqui, o pão é óbvio e necessário e a ajuda já chega de todo lado… Mas só isto não basta, o país esta com muita gente sem saber o que fazer e aí vem aquele outro ditado popular; “cabeça vazia, morada do diabo”, então é necessário ocupar as mentes e corpos destas pessoas… Deveria a ONU, organizar imediatamente, frentes de reconstrução do país (afinal o país não foi devastado) com a mão de obra local (muito haitanos sem saber o que fazer e atualmente sem empregos) e os salário seriam pagos dos donativos internacionais (afinal a econômia do país também foi destruida)… O salário pago diariamente faria com que as pessoas voltassem ao trabalho no dia seguinte… o trabalho ocuparia as mentes e corpos e faria com que menos pessoas partissem para a “violência”… e obviamente eles estariam reconstruindo o país deles…
A violência não vai ser resolvida só com mais força militar de “pacificação”…
Minha opnião…
SUGESTÃO: SEM DÚVIDAS ,AS DOAÇÕES VINDAS DE OUTROS PAÍSES SÃO IRRECUSAVEIS. PORÉM TENDO EM PRÓPOSITO A AJUDA INTERNACIONAL DEVERÁ DE SE COMPREMETER O MAIS RAPIDO POSSÍVEL DE FAZER CADASTROS DAS PESSOAS HAITIANAS PREJUDICADAS JUNTO DE VOLUNTÁRIOS { ENGENHEIROS }NACIONAL OU INTERNACIONAL PARA QUE TOMÊ Á VIDA DESSAS PESSOAS AO NORMAL ,COMO APROVEITAMENTO DE TERRITORIO AINDA SEM HABITAÇÃO, CASAS DE ALVENARIA ,SANEAMENTO BÁSICO ,AUXILIARES VOLUNTÁRIOS DE CREXES ,CURSOS GRATUITOS ,SPORTS EM GERAL E PRINCIPALMENTE UMA VOTAÇÃO PARA Q QUAL OU QUAIS PAÍSES POSSAM DIRIGIR POR TEMPO INDETERMINADO TODA A SUA OBRA POLÍTICA E SOCIAL RETORNE O MELHOR POSSÍVEL .TODO SEU TERRITORIO DEVERÁ SER DIVIDIDO ,ESTUDADO PARA QUE TENHA UMA RESPOSTA POSITIVA .AS DOAÇÕES FICARÁ A ESPERA DE NAVIOS COM DONATIVOS DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO,E NOVAS CONSTRUÇÕES DE HOSPITAIS .SEM DUVIDA NENHUMA O HAITI DEVERÁ SER OBSERVADO COM MAIS INTERESSES DE NOSSOS GOVERNANTES EM TODAS AS HIPOTESES…
******GOSTARIA DE SABER, EU LEANDRO COSTA BARBOSA ,MILITAR RESERVISTA DA MARINHA BRASILEIRA COMO PODERIA AJUDAR PESSOALMENTE A ESSE PAÍS CHAMADO HAITI **************
Sou analista de sistemas e não tenho a menos idéia de como posso ser útil a não ser financeiramente, porém estou a disposição. Como idéia ou talvez até mais do que isso , uma pergunta: como o Brasil pode se pronunciar/posicionar em casos de adoção??
leandro.ruivo@hotmail.com
leandro costa barbosa
January 19, 2010 • 12:34 am
******GOSTARIA DE SABER, EU LEANDRO COSTA BARBOSA ,MILITAR RESERVISTA DA MARINHA BRASILEIRA COMO PODERIA AJUDAR PESSOALMENTE A ESSE PAÍS CHAMADO HAITI **************
leandro.ruivo@hotmail.com
Oi! Meu nome é Naila, eu sou estudante de Design. Sei que na minha área não há muito como ajudar pessoalmente, mas gostaria muito de ir ajudar lá ajudar com alguma coisa. Como posso me inscrever para ser uma voluntária?! Desde já agradeço, Naila.
Estamos Organizando o FLORIPA PELO HAITI somente com Artistas locais e 2 convidados nacionais, que faram seus shows gratuitamente, o show pretende arrecadar, agua, roupas e alimentos como forma de ingresso no evento. PERGUNTA como faço pra mandar essas doaçoes a vcs?? como podemos entrar em contato com vcs?
Joe
oi sou produtormusical emprersario tenhouma agenciade show s quero saber comoposso ajudar as este povo sofrido ,haiti
bom posso ajudarmobilizando algunsamigos algumasemissoras tv
pessolamente quero poder ir ao hait quero fazershows
proll do haiti mas quero saber como faço isto
atencionamente
krproductions
sr pierre corea
diretor executivo
bom quero saber sepossivel nocaso de shows como faço parapoder relizar mando doação para qualconta onde quero pessolamente participar misão peço ajuda orientação comofazerpretendo eu ir pessolamente ao haiti
agradeço
por tudo juntos vmos recosntruir
haiti
krproductions
pierre
diretor executivo / proprietario
me add a me de mandeinformações
krproductions2010@hotmail.com
MINHA AREA E DE SHOW S PRODUÇÃO MUSICAL
COMO POSO AJUADAR
A ESTE POVO
COMO ME INCREVOPARA SER VOLUNTARIO AJUDAR POVP COMQUE PUDER AJUDAR COMO MEINCSCREVER
Para ajudar definitivamente o Haiti, não vejo outra alternativa senão a urgente necessidade de um governo multinacional composto por um colegiado de “notáveis” renomados mundialmente, e originados tecnicamente das principais áreas administrativas para a solução não só dos enormes problemas que hoje enfrentam, mas para a sua consolidação estrutural como uma Nação, já que até o momento não tiveram essa oportunidade diante da precoce independência com o país desestruturado, pela usurpação dos colonizadores e pela corrupções institucionalizadas desde então pelos governantes que se seguiram.
Com relação ao “Colegiado de Notáveis”, seriam. além de pessoas de grande visão e capacidade empreendedora, pessoas íntegras, sem quaisquer vínculos políticos ou empresariais ou que viessem a tê-los.
Havendo quaisquer desvios de conduta de quaisquer dos membros, sumariamente seriam destituidos de seus cargos pelo (s) orgão (s) controlador (es) unificados em um só comando.
FUTEBOL PARA O HAYTI
A idéia é enviar milhares de bolas de futebol ao Hayti nas próximas remessas de víveres para auxiliar na transformação social deste arrasado país.
Podemos justificar esta proposta por diversas maneiras:
As pessoas não terão nenhuma forma de lazer para distrairem-se durante o período de reconstrução.
O esporte pode ser um grande fator motivacional para um povo, principalmente de origem africana.
Poderá ser praticado por muitas faixas etárias, desde as crianças até pessoas de meia idade, homens e mulheres.
Todos os países que espoliaram o Hayti com suas dominações não conseguiram organização social e a maioria deles não conheciam o futebol, a exemplo dos Estados Unidos.
O futebol por suas características de simplicidade pode ser praticado em qualquer lugar basta um espaço livre e uma bola, como são as peladas, ou simples embaixadas ou cabeceadas até por uma só pessoa.
As crianças seriam as maiores beneficiadas por terem maior tempo livre para o lazer.
Programas como os estruturados no Brasil como o “Bom de bola, bom de escola” poderiam ser implantados também no Hayti, que nas favelas de nosso país estão dando ótimos resultados.
Durante as tragédias num primeiro momento as preocupações são com o resgate de sobreviventes, a água, a comida, os desabrigados, enterro dos mortos, os saques , a violência.
Num segundo momento é a busca pelos desaparecidos, a reconstrução das casas, a busca de emprego, a cesta básica, e o lazer começa a ser buscado; É aqui que o futebol entraria como estratégia para as crianças se divertirem, usarem o tempo ocioso evitando que o crime, que é o primeiro que se organiza, leve os jovens para suas fileiras, dando continuidade ao crime organizado.
Os militares brasileiros seriam os primeiros professores e formadores de atletas em suas horas vagas, pois conhecem as regras do esporte.
Vimos o entusiasmo com que os Haytianos receberam os atletas brasileiros no jogo promovido com o Ronaldo da Seleção Brasileira.
Numa segunda fase seria a distribuição de kits para a formação de times, compostos por bola oficial, apito, bomba de encher bola, camisetas, chuteiras, meias, calção, rede, bandeirinhas, traves, campos de pelada, e construção de pequenos estádios.
Organização de escolinhas, federações, professores de educação física, técnicos e preparadores teriam o objetivo de formar um bom time para tentar classificação para copas regionais do Caribe em alguns anos e quem sabe a exemplo de Camarões participar das olimpíadas ou Copa do Mundo; sabe-se por experiências anteriores que no período de menos de dez anos algum destes objetivos podem ser alcançados, como foi o caso do Brasil que em poucos anos sem qualquer incentivo externo tornou-se uma potência no futebol já nos anos 50.
No futuro o Hayti poderá exportar atletas para jogar no exterior trazendo divisas aos familiares e o país; Hoje o Brasil fatura alto com os atletas de remetem dinheiro do exterior.
Devemos aproveitar o clima de auxílio, para recrutar voluntários do esporte que queiram participar desta reconstrução.
Com esta estratégia o Brasil seria engrandecido, dando um exemplo de liderança ao mundo, usando o tipo de esporte que realmente domina e é nosso melhor cartão de visitas.
Apelamos para as ONGs que tenham vínculos com o Hayti, com esportes ou educação que adotem esta idéia.
cOMO FAÇO PARA IR PARA O HAITI , QUERO MUITO AJUDA-LOS …….ME AJUDEM A ESTAR NO HAITI…FORTE ABRAÇO.