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	<description>Jornalismo, Direitos Humanos e Solidariedade</description>
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		<title>Dentro do Haiti: vídeo 360 graus</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 20:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
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Equipe da CNN filma Porto Príncipe com uma câmera especial e monta um vídeo interativo imperdível.

Clique aqui.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edition.cnn.com/interactive/2010/01/world/haiti.360/index.3.html" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-616" title="haiticnn" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/haiticnn1-300x168.gif" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Equipe da CNN filma Porto Príncipe com uma câmera especial e monta um vídeo interativo imperdível.</p>
<p><a href="http://edition.cnn.com/interactive/2010/01/world/haiti.360/index.3.html" target="_blank"><br />
Clique aqui</a>.</p>
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		<title>Democracy Now: repórteres fazem viagem ao epicentro do terremoto</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 20:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Democracy Now take a journey to the epicenter of the earthquake in Haiti. Amy Goodman have gone from Port-au-Prince, through Carrefour and Gressier to Léogâne. Earthquake survivors talk about the lack of any outside help as they continue to dig out their dead from the rubble and bury them in mass graves.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Democracy Now take a journey to the epicenter of the earthquake in Haiti. Amy Goodman have gone from Port-au-Prince, through Carrefour and Gressier to Léogâne. Earthquake survivors talk about the lack of any outside help as they continue to dig out their dead from the rubble and bury them in mass graves.</p>
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		<title>Dez dias que abalaram o Haiti&#8230; e o mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 18:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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Na terça-feira, dia 12, o Haiti viveu sua pior tragédia humanitária. Nos dez dias completados nessa sexta-feira, 22, o mundo conheceu em imagens a destruição de um já empobrecido país. O que se viu na mídia foi, antes de tudo, um campeonato de imagens e fotografias horripilantes, bem disse o ativista Jean-Louis Bianco. Ao mesmo tempo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-588" title="terremoto 10 dias" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/terremoto-10-dias.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Na terça-feira, dia 12, o Haiti viveu sua pior tragédia humanitária. Nos dez dias completados nessa sexta-feira, 22, o mundo conheceu em <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-imagens-para-uso-nao-comercial/" target="_blank">imagens</a> a destruição de um já empobrecido país. O que se viu na mídia foi, antes de tudo, um campeonato de imagens e fotografias horripilantes, bem disse o ativista <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-a-l%e2%80%99epreuve-du-choc/" target="_blank">Jean-Louis Bianco</a>. Ao mesmo tempo, serviu para alertar uma rede gigantesca de pessoas solidárias, dispostas a entender o Haiti mais profundamente. Principalmente sobre os riscos de receber ajuda humanitária aliada a uma ocupação militar e a uma posterior direção no futuro soberano e independente do país.</p>
<p>Sem comunicação quase alguma, as primeiras notícias do terremoto começaram a viajar pelo mundo somente na madrugada da quarta-feira. Ali, aparecia a dimensão de uma nova crise social e política. O Palácio do Governo desabou. Integrantes do governo morreram. A sede da ONU em Porto Príncipe, o bunker da atual ocupação militar, ruiu. Matou seu staff maior no país: os diplomatas Hedi Annabi e Luis Carlos da Costa. Sob os escombros da capital, um incontável número de corpos, posteriormente, empilhados e enterrados em valas comuns. Criou-se a <a href="http://haiti.org.br/2010/01/a-%e2%80%98interminavel%e2%80%99-lista-de-mortos-e-desaparecidos-no-haiti/" target="_blank">&#8220;geração de desaparecidos&#8221;</a>.</p>
<p>Em dez dias, inúmeros outros terremotos abalaram Porto Príncipe. O maior deles foi sentido na manhã de quarta-feira, dia 20.  A sensação era de impotência, desespero, fragilidade. Não se via fotos com tantos mortos desde Iraque, Uganda e do tsunami asiático. Atônita, a ONU viveu sua pior tragédia com mais de 100 mortos na missão. Os Estados Unidos, chamados à intervir em seu “quintal”, atropelaram qualquer outra estrutura e controlaram militarmente vários pontos estratégicos, sobretudo o aeroporto semi-destruído.</p>
<p>A mídia mobilizou suas estruturas. Agências e televisões internacionais voaram às pressas para o país mais pobre das Américas. O Brasil, que há quase seis anos chefiando o braço militar da missão da ONU, não dispunha de nenhum jornalista por lá. Mas o destino faria o Brasil voltar seus olhos de novo para o Caribe. De cara, uma dezena de soldados mortos no terremoto. Seriam quase 20. Também chegava a notícia da morte da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. A <a href="http://haiti.org.br/2010/01/haiti-e-o-%e2%80%9cestado-de-sitio%e2%80%9d-permanente-2/" target="_blank">tragédia unia Brasil e Haiti</a> mais uma vez.</p>
<p>Em viagem ao Haiti, um grupo de estudantes e pesquisadores de Antropologia da Unicamp abasteciam um <a href="http://lacitadelle.wordpress.com" target="_blank">blog</a> com surpreendentes descrições da capital. &#8220;O que vemos hoje em Porto Príncipe, dois dias após o terremoto é um exemplo indescritível de civismo e ajuda. Não há o caos, como parte dos jornalistas que nos procuram querem ouvir, as pessoas não estão em desespero e nem há sinal da “barbárie imaginária” que molda o nosso preconceito sobre o Haiti. Os haitianos estão se virando como sempre fizeram após embargos e avanços econômicos internacionais que implodiram a produção local&#8221;, descreveram.</p>
<p>Muitos países e entidades anunciaram doações em dinheiro. A Federação Internacional da Cruz Vermelha classificou como a maior operação de ajuda humanitária da história, acima do que foi feito no tsunami asiático. Ainda assim, não faltaram críticas de atrasos e priorização dos resgates para os prédios das Nações Unidas. Algumas doações foram puro marketing e oportunismo. Uma delas a do Fundo Monetário Internacional (FMI) que disponibilizou um &#8220;empréstimo&#8221; (sim, isso mesmo) para o Haiti. Como se a destruição permitisse pagar o dinheiro a curto prazo. Depois de uma saraivada de críticas, o montante deve ser repertido em doação. A ver&#8230;</p>
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		<title>Bon Bagay Haiti: histórias de Cité Soleil (2007)</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 17:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Por André Deak, do Haiti.Org
Em 2007, a Agência Brasil publicou o web-documentários Bon Bagay Haiti, de Aloisio Milani e Marcello Casal Jr. &#8211; era a primeira vez que uma equipe de reportagem entrava na favela mais pobre do país mais pobre das Américas. O documentário foi não só uma experiência jornalística, mas também estilística: com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por André Deak, do Haiti.Org</em></p>
<p><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/bombagay2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-429" title="bombagay" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/bombagay2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Em 2007, a Agência Brasil publicou o web-documentários Bon Bagay Haiti, de Aloisio Milani e Marcello Casal Jr. &#8211; era a primeira vez que uma equipe de reportagem entrava na favela mais pobre do país mais pobre das Américas. O documentário foi não só uma experiência jornalística, mas também estilística: com 8 minutos, aproximadamente, utilizava fotografia e vídeo para mostrar a vida em Cité Soleil, mesclando estéticas da TV, do cinema e da internet. O vídeo já era bastante forte em 2007, quando foi publicado. Mas hoje torna-se, sobretudo, dolorido: onde estarão essas crianças?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/T4xEjgWAyiA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/T4xEjgWAyiA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>PARA SABER MAIS:<br />
<a href="http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/10/17/bon-bagay-haiti-making-of-da-reportagem/" target="_blank">Making of da reportagem</a>, por Aloisio Milani<br />
Página original da publicação, na Agência Brasil &#8211; <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/grandes-reportagens/2007/10/16/grande_reportagem.2007-10-16.7469583908">clique aqui</a>.</p>
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