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	<title>HAITI.ORG.BR &#187; Cultura</title>
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	<description>Jornalismo, Direitos Humanos e Solidariedade</description>
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		<title>Unicamp avalia impacto do terremoto nas universidades do Haiti</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A equipe do antropólogo Omar Ribeiro Thomaz, que estava em Porto Príncipe no dia do terremoto, é a responsável agora por um projeto de curtíssimo prazo: avaliar o impacto da tragédia para as instituições de ensino superior do país. Um representante viaja nesta semana para o Haiti para estruturar a equipe de campo e concluir um relatório até o final de fevereiro. Informações premilinares dão conta que só na Université d&#8217;Etat d&#8217;Haiti, onde estudavam 3.500 alunos, cerca de 1 mil teriam morrido. O relatório pode ajudar a desenvolver programas de intercâmbio de professores e alunos entre as universidades brasileiras e as instituições haitianas, uma forma de ajudar o país depois dos estragos imensos do terremoto.</p>
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		<title>Dany Laferrière: o terremoto e a força do povo haitiano</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 19:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Milazzo</dc:creator>
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Dany Laferrière é um dos expoentes da literatura caribenha contemporânea. Nascido em Porto Príncipe, na década de 70 o escritor teve de deixar seu país e partir para o exílio em Montreal, Canadá, fugindo da repressão do regime do ditador François Duvalier, o Papa Doc.
Laferrière estava em Pétionville, bairro no alto da capital haitiana, local [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-723" title="laferriere" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/02/laferriere.jpg" alt="" width="340" height="250" /></p>
<p>Dany Laferrière é um dos expoentes da literatura caribenha contemporânea. Nascido em Porto Príncipe, na década de 70 o escritor teve de deixar seu país e partir para o exílio em Montreal, Canadá, fugindo da repressão do regime do ditador François Duvalier, o Papa Doc.</p>
<p>Laferrière estava em Pétionville, bairro no alto da capital haitiana, local de mansões e embaixadas, quando houve o terremoto que já matou mais de 150 mil vítimas. Neste início de fevereiro, o escritor falou da experiência na Biblioteca do Arsenal – que integra a Biblioteca Nacional da França, em Paris.</p>
<p>O texto original foi publicado na revista francesa <em><a href="http://www.humanite.fr/2010-02-04_International_Haiti-Dany-Laferriere-Le-monde-entier-a-pu-verifier-la " target="_blank">L&#8217;Humanité</a></em>. A tradução para o português é de Daniel Milazzo, para o Haiti.Org.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando aconteceu, eu pensei: não vou me deixar intimidar por um terremoto. Esse sismo de magnitude 7 a 7,3 na escala Richter é paradoxal. É possível correr sem cair. Entretanto, as casas mais bem construídas – resultado da orgia de concreto que a ilha viveu para enfrentar os ciclones – desabaram com as pessoas dentro. O peso das construções as fez vacilar de acordo com um princípio do judô: é a sua própria força que te matará. No jardim do Hotel Karibe, onde eu estava com Michel Le Bris, nenhum ramo de flor foi quebrado. Dormimos na quadra de tênis. Quando ficamos sabendo que os palácios tinham ruído, assim como o ministério das Finanças e a catedral, pensamos: só há mais nada além dos seres humanos, todo o poder, todas as classes sociais desapareceram. </p>
<p>Nós nos deitamos no mesmo solo onde sentimos muito intesamente os 43 tremores seguintes. Sentíamos realmente o menor movimento da terra e então pensei que nunca mais poderei confiar nela. Em caso de terremoto, a terra não existe mais. Ela rola, parece que alguém a está sacudindo<strong> </strong>como um lençol. Pouco após o amanhecer, Lyonel Trouillot [<em>escritor e poeta haitiano</em>] veio se encontrar comigo. Nós fomos ver minha mãe. O bairro inteiro estava destruído. Nunca tinha conhecido um fenômeno como tal : as casas caíam ao meu redor de maneira imprevisível. Quando chegamos em frente ao abrigo de Franketienne [poeta, escritor e dramaturgo haitiano]<strong>, </strong>eu o encontrei em lágrimas. Ele me mostrou sua « fortaleza », em outras palavras, sua residência, uma autoficção construída para guardar seus quados e seus manuscritos. Ela estava bem prejudicada. Ele me disse que meia-hora antes do sismo ele repetia um solo e pronunciava as seguintes palavras : « Pouco a pouco, tudo se fissura, tudo se despedaça ». Ele mora a dez minutos da casa de minha mãe. Avistei um sobrinho que passava por ali e que mora na casa dela. Ele me disse que ela estava viva. Quando ocorreu o tremor de terra, eram dez para as 5, 6 horas. É a hora mais improvável em Porto Príncipe. Após o trabalho, as pessoas não vão diretamente para suas casas. Até as 6 horas, cada um é livre, ninguém sabe onde estão os outros. Quando cheguei na casa de minha mãe, encontrei-a muito nervosa. Ela me disse : « Tenho 90 anos. Vi de tudo : oito golpes de Estado, os Duvalier, o pai, o filho e o neto Aristide, os ciclones, dentre os quais aquele de um ano atrás, uma inundação&#8230; mas não esperava isso. » </p>
<p>Não sei se, mentalmente, aqueles que vão continuar nesta tera que habitam não continuarão a viver com o sentimento de uma profunda instabilidade. Haverá um problema psicológico de equilíbrio, mesmo que seja um povo forte. Esse terremoto é, sem sobra de dúvida, o maior acontecimento da ilha produzido sem manobras humanas desde a independência. Desta vez, todo o mundo compreende esta simples realidade : um terremoto dilacerou um país que já estava de joelhos. O racismo não joga apenas para embaralhar as cartas. A desgraça haitiana permitu que se penetrasse em zonas onde ninguém ia há muito tempo. Em Montreal [Dany Laferrière mora em Québec], vi reagir pessoas que não haviam se mobilizado desde o apartheid na África do Sul. Os jovens dos Estados Unidos estão muito excitados com o assunto pois estão apaixonados pelos ensejos ecológicos. O Haiti passou a fazer parte da visão planetária desse grupo. A ilha não é mais enxergada como um dado folclórico mas como um pedaço do mundo. Não é mais uma questão de lugar, mas uma questão de tempo. Aconteceu agora.</p>
<p>De repente, as pessoas de todo o mundo passaram a amar o Haiti sem saber como canalisar esse amor, mas acredito que esse momento terrível, que custa infinitamente caro, tem de ser aproveitado como o que ocorreu na luta pela independência. A política haitiana também tem que agarrar o momento. Há dez anos que não há mais debate. Que não há mais governo. O acontecimento é, paradoxalmente, uma chance, desde que as discussões sejam diretas, eficazes. Sob uma ditadura, o discurso do poder seria forte demais.</p>
<p>Dessa vez, escutamos o clamor do povo. Os haitianos são pessoas excepcionais, corajosas, disciplinadas, pacientes, mutuamente generosas e imaginativas. Todo o mundo verificou essa força. Ela deveria ser aplicada através de uma consciência nacional sem discurso ideológico. É um momento novo, inédito a se compreender. Quanto aos artistas, um grande poeta disse : « Os deuses enviam sofrimentos aos pobres para que eles os transformem em cantos ». Então, nós não vamos ficar de braços cruzados.</p>
<p>O grande receio é de ir ver o « doente » Haiti uma ou duas vezes e depois fica nisso. É preciso que o Haiti retome o diálogo. Durante uma semana, o Haiti fez funcionar o mundo midiático. Esse acontecimento fez os ocidentais acordarem por pelo menos sete dias. A televisão milagrosamente conseguiu captar a maneira como os haitianos encaram os fatos, permanecem plácidas apesar das carências, calmos, atentos, cheios de humor, e isso aproximou os ocidentais. Trata-se de intercambiar bens e emoções. É preciso haver uma relação de mercearia. Que as pessoas não enviem um monte de dinheiro de uma só vez. Não acelerar as coisas, mas se perguntar o que o Haiti nos traz. É preciso que o Haiti guarde aquilo que pode dar e que essa relação dure. Disso se trata um intercâmbio de bens e emoções. Então, vamos recomeçar. Com esse acontecimento, foi enfim consumada a morte de Duvalier, quem nos bloqueou o espírito por tanto tempo. Nós vamos sair desta neurose.<strong> </strong>O tremor de terra pôde tocar zonas sensívels, o coração e o corpo, mas o espírito do lucro não comeu a alma dos haitianos. É a cultura que estrutura o país. </p>
<p>O escritor tem o papel de intervir, de anotar. Conheço meu país, conheço este olhar distanciado que ele tem sobre esses acontecimentos como se fosse um espetáculo. Essa distância, podemos tê-la em nossa casa, mas eu me pergunto se ela é possível a partir do exterior. Os jornais exageram muito. Quando se fala do Haiti, se escuta sempre a mesma coisa: “Primeira República negra”, “pérola das Antilhas”, e bruscamente torna-se “país de 32 golpes de Estado, país de Duvalier”, “ditadura tropical”&#8230; É pesado. Nunca dá para começar uma discussão tocar nesses pontos. Desde o terremoto, eu vejo “Haiti querido” escrito por tudo quanto é lado. Rapidamente tomei a palavra nos jornais para dizer: “Parem com a expressão maldição”. O Haiti acaba de entrar no cenário internacional de maneira<strong> </strong>clara e compreensível. Não precisamos mais que colem certas expressões na nossa pele. É preciso, sobretudo, que o diálogo não seja cortado. O fundo do diálogo é a liberdade. As pessoas de poder gostam dos discursos bem fechados, pois têm medo da liberdade.”</p></blockquote>
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		<title>Anos 50 no Haiti, por Kesler Pierre</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 03:31:46 +0000</pubDate>
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Esse fotógrafo digitalizou fotos suas na década de 1950 no Haiti. São apenas algumas, mas vale para ver um país meio século atrás. Vá lá no site dele para ver mais. Kesler Pierre

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<p><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2009/10/haiti-kesler-pierre.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-191" title="haiti-kesler-pierre" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2009/10/haiti-kesler-pierre.jpg" alt="" width="499" height="364" /></a></p>
<p>Esse fotógrafo digitalizou fotos suas na década de 1950 no Haiti. São apenas algumas, mas vale para ver um país meio século atrás. Vá lá no site dele para ver mais. <a href="http://www.pbase.com/kesler/haiti_1954_slideshow" target="_blank">Kesler Pierre</a></p>
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		<title>Columbia analisa missão no Haiti</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 20:00:28 +0000</pubDate>
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A Columbia’s School of International and Public Affairs selecionou sete alunos para realizar estudos de campo no Haiti. O grupo vai se preparar até o final do ano e fará a viagem em janeiro de 2009. Os custos serão financiados pela universidades e pela ONU. O planejamento inclui entrevistas com autoridades da ONU, com o [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/11/columbia1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-195" title="columbia1" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/11/columbia1.jpg" alt="" width="499" height="321" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A <em>Columbia’s School of International and Public Affairs</em> selecionou sete alunos para realizar <a href="http://www.themorningsidepost.com/2008/11/un-studies-prog.html" target="_blank">estudos de campo</a> no Haiti. O grupo vai se preparar até o final do ano e fará a viagem em janeiro de 2009. Os custos serão financiados pela universidades e pela ONU. O planejamento inclui entrevistas com autoridades da ONU, com o governo haitiano, com ONGs e com a população. Os resultados serão apresentados numa conferência no próximo semestre. O blog <a href="http://www.themorningsidepost.com/">Morningside Post</a>, um fórum estudantil da escola, divulgará áudios e vídeos da experiência.</p>
</div>
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		<title>Haiti pelos olhos de Christopher Mitchell</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 03:12:14 +0000</pubDate>
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Galeria do fotógrafo Christopher Mitchell no Flickr traz imagens densas, cheias de luz e expressão. Em preto e branco ou com um colorido saturado, as fotos estão quentinhas na rede. Os uploads são de ontem, dia 30.

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<p><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/10/2901758169_3c9e45e2bc.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-210" title="imagem" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/10/2901758169_3c9e45e2bc.jpg" alt="" width="497" height="500" /></a></p>
<p>Galeria do fotógrafo Christopher Mitchell no <a href="http://www.flickr.com/photos/neoero/sets/72157607606457174/" target="_blank">Flickr</a> traz imagens densas, cheias de luz e expressão. Em preto e branco ou com um colorido saturado, as fotos estão quentinhas na rede. Os uploads são de ontem, dia 30.</p>
</div>
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		<title>Outro vodu haitiano, Plaine du Nord</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 19:09:37 +0000</pubDate>
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Abaixo, uma série de fotos de uma festa vodu em Plaine du Nord. A primeira é do Haitian Times deste ano. As duas seguintes são do fotógrafo Kesler Pierre, no Flickr. Por último, um vídeo antigo da cerimônia no Daily Motion (parte 1 e parte 2). Afundem-se na lama!




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			<content:encoded><![CDATA[<div class="snap_preview">
<p style="text-align: left;">Abaixo, uma série de fotos de uma festa vodu em Plaine du Nord. A primeira é do <a href="http://www.haitiantimes.com/" target="_blank">Haitian Times</a> deste ano. As duas seguintes são do fotógrafo Kesler Pierre, no Flickr. Por último, um vídeo antigo da cerimônia no Daily Motion (<a href="http://www.dailymotion.com/relevance/search/Plaine%2Bdu%2BNord/video/x4l0tf_plaine-du-nord-haiti-extrait-1_travel" target="_blank">parte 1</a> e <a href="http://www.dailymotion.com/relevance/search/Plaine%2Bdu%2BNord/video/x31pbv_plaine-du-nord-haiti-extrait-2" target="_blank">parte 2</a>). Afundem-se na lama!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/08/plainedunord31.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-214" title="plainedunord31" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/08/plainedunord31.jpg" alt="" width="432" height="259" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-380 aligncenter" src="http://aloisiomilani.files.wordpress.com/2008/08/plainedunord1.jpg?w=433&amp;h=320" alt="" width="433" height="320" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-381" src="http://aloisiomilani.files.wordpress.com/2008/08/plainedunord2.jpg?w=433&amp;h=291" alt="" width="433" height="291" /></p>
</div>
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		<title>O abade francês contra a escravidão negra</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 18:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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Aproveito a retomada do blog para fazer um complemento ao texto que escrevi na Revista História Viva sobre a independência haitiana e a luta contra a escravidão. É um capítulo francês deste momento. É a repercussão das idéias libertárias de um abade francês, chamado Henri Gregóire, que condenava o tráfico negreiro, o preconceito racial e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-435" title="abbe_gregoire-dd6b" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/abbe_gregoire-dd6b.jpg" alt="" width="200" height="290" /></p>
<p>Aproveito a retomada do blog para fazer um complemento ao texto que escrevi na <a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/revolucao_negra.html" target="_blank">Revista História Viva</a> sobre a independência haitiana e a luta contra a escravidão. É um capítulo francês deste momento. É a repercussão das idéias libertárias de um abade francês, chamado Henri Gregóire, que condenava o tráfico negreiro, o preconceito racial e a postura autoritária sobre a colônia de São Domingos.</p>
<p>O francês nasceu em 1750 em Veho, Lorraine. Foi ordenado em 1775. Na convocação dos Estados Gerais (organização formada por integrantes da nobreza, do povo e do clero), em 1789, nas margens da Revolução Francesa, Gregóire foi eleito deputado. Por sua atuação, foi essencial para o fim das subvenções do governo francês ao comércio negreiro e, posteriormente, pela abolição da escravatura nas colônias.</p>
<p class="MsoNormal">Manteve freqüente correspondência com o líder haitiano Toussaint Loverture, que comandou a maior parte da chamada Revolução de São Domingos, o marco da independência do Haiti. Gregóire se opôs violentamente à força expedicionária de 1801, encarregada de restabelecer a escravidão nas Antilhas. O exército de Napoleão enviado para a ilha de São Domingos sofreu uma devastadora derrota da rebelião dos negros.</p>
<p class="MsoNormal">Desde 1789, o abade fez parte da Sociedade dos Amigos dos Negros, instituição que difundia idéias abolicionistas. Vale lembrar uma de suas citações na abertura do livro “<a href="http://www.gutenberg.org/etext/15907" target="_blank">De littérature dês Nègres</a>”, inspirado nas ações da entidade, em que cita uma longa lista de intelectuais e personalidades de pensamentos abolicionistas de diversos países europeus e dos Estados Unidos. Mas nenhum de Portugal. Segundo ele, a metrópole lusitana ignorava os negros como parte da humanidade.</p>
<p>Vários autores já escreveram sobre o abade francês. Navegando pela internet dá para encontrar o <a href="http://www.almanack.usp.br/PDFS/2/02_artigos_3.pdf" target="_blank">artigo</a> do professor Marco Morel, do Departamento de História da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, sobre Gregóire. O historiador nos lembra a célebre frase que o abade disse pouco antes do início da Revolução São Domingos. “(&#8230;) que um dia nas costas das Antilhas o sol iluminará homens livres e que os raios do astro que espalha a luz não cairão mais sobre ferros e escravos”.</p>
<p>Também achei um site traduzido para o português “<a href="http://pt.abolitions.org/index.php?IdPage=abolitions-pt" target="_blank">A Rota das Abolições da Escravidão e dos Direitos Humanos</a>” que traz um resumo da <a href="http://pt.abolitions.org/index.php?IdPage=1182334741" target="_blank">história dele</a>, como exemplo da luta contra a abolição junto com Toussaint Louverture, Victor Schoelcher e os habitantes de Champagney. De lá, reproduzo o trecho da negociação entre Haiti, ex-colônia, com a Franca, ex-metrópole, pelo reconhecimento da independência.</p>
<p>“Em 1825, quando os representantes de Haiti chegam a Paris para cobrar o reconhecimento da independência do seu país pela França, fica proíbido &#8211; pelas autoridades francesas &#8211; todo e qualquer encontro com Gregoire. Desafiando a interdição oficial, os haitianos vão se inclinar ao pé de quem tinha sido proclamado o amigo dos homens de todas as cores.”</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.herodote.net/Images/Gregoireabbe.jpg" alt="" width="233" height="263" /></p>
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		<title>Revolução negra, a independência do Haiti</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 15:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

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Também saiu publicada hoje uma reportagem que fiz sobre a independência do Haiti para a revista História Viva. Chama-se &#8220;Revolução negra&#8221; e conta como foram as revoltas dos escravos a partir de 1791 sob a influência da Revolução Francesa. Li um monte de livros sobre o assunto, mas a principal referência é &#8220;Jacobinos negros&#8221;, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-378" title="revolução negra" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2008/01/revolução-negra-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></div>
<p>Também saiu publicada hoje uma reportagem que fiz sobre a independência do Haiti para a revista <a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva">História Viva</a>. Chama-se <a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/revolucao_negra.html">&#8220;Revolução negra&#8221;</a> e conta como foram as revoltas dos escravos a partir de 1791 sob a influência da Revolução Francesa. Li um monte de livros sobre o assunto, mas a principal referência é &#8220;Jacobinos negros&#8221;, de Cyril Lionel Robert James. A íntegra do texto está na <a href="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/revolucao_negra_2.html">página</a> da História Viva, abaixo o abre da matéria:</p>
<blockquote><p><em>O trabalho na cana era extenuante e desumano. Por décadas, a colônia francesa de São Domingos sustentou um dos mais lucrativos negócios do Novo Mundo com o chicote apontado para o corpo dos escravos africanos. Os negros cavavam valas para o plantio das mudas, cuidavam dos brotos, zelavam pelo crescimento, faziam a colheita e toda a fabricação do açúcar.</em></p>
<p><em>Os lucros dependiam da exploração do trabalho. A manutenção da escravidão pelos donos de engenho se baseava em castigos brutais e tinha um nível de perseguição implacável. Os relatos da época descreviam que as punições das chibatas eram mais comuns do que receber comida. Mutilavam-lhes membros, orelhas e genitais; faziam-nos comer excrementos; amarravam-lhes grilhões e blocos de madeira; prendiam-nos a postes fincados no chão.</em></p>
<p><em>A tortura sistemática originava, não sem razão, uma sede de vingança. E este foi um dos motivos da revolta que seria iniciada em 1791 e conformou a única rebelião vitoriosa de escravos desde a Antigüidade clássica. A independência do Haiti, proclamada em 1804, só nasceu por causa dela.</em></p></blockquote>
<p>A revista também fez na edição online e impressa uma citação ao documentário <a href="http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/10/17/bon-bagay-haiti-making-of-da-reportagem/">Bon Bagay Haiti</a>, como parte das pesquisas atuais sobre o país mais pobre das Américas.</p>
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