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	<title>HAITI.ORG.BR &#187; Gabriela Agustini</title>
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	<description>Jornalismo, Direitos Humanos e Solidariedade</description>
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		<title>Haiti: A Construção das Habitações</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 18:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na rede]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Michele Aquino e Marc Herman Global Voices Online
Conversas já giram em torno da reconstrução do Haiti. Architecture for Humanity (Arquitetura para a Humanidade, en), uma empresa “não-lucrativa” de serviços de projetos que é especializada em reconstrução pós-desastres, lançou algumas notas gerais conceituais. Escrevendo no site da empresa, Cameron Sinclair, um arquiteto e o fundador do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2010/02/01/haiti-a-construcao-das-habitacoes/">Michele Aquino e Marc Herman Global Voices Online</a></p>
<p>Conversas já giram em torno da reconstrução do Haiti. <em><a href="http://www.architectureforhumanity.org/about">Architecture for Humanity</a></em> (Arquitetura para a Humanidade, en), uma empresa “não-lucrativa” de serviços de projetos que é especializada em reconstrução pós-desastres, lançou algumas notas gerais conceituais. Escrevendo no <a href="http://www.architectureforhumanity.org/updates/2010-01-17-haiti-quake-a-plan-for-reconstruction">site da empresa</a>, Cameron Sinclair, um arquiteto e o fundador do grupo, refere-se às controvérsias após o furacão Katrina nos Estados Unidos:</p>
<blockquote><p>I remember vividly well-known news personalities standing on the rubble of homes in the lower ninth [New Orleans’ Lower Ninth Ward, a neighborhood] proclaiming that ‘this time next year we will see families back home.&#8217; Some well-meaning NGOs, who usually have little building experience, are even worse — ‘we&#8217;ll have 25,000 Haitians back home if you donate today.&#8217; In reality, here is what it really looks like:</p></blockquote>
<div>Eu me lembro vividamente de personalidades bem conhecidas dos jornais de pé sobre os escombros das casas em Lower Ninth [Nova Orleans, Lower Ninth Ward, um bairro] proclamando que ‘neste momento no próximo ano, vamos ver as famílias de volta para suas casas&#8217;. Algumas ONGs bem-intencionadas, que normalmente têm pouca experiência de construção, são ainda piores &#8211; ‘vamos ter 25.000 haitianos de volta para casa se você doar hoje&#8217;. Na realidade, assim é como tudo realmente se parece:</div>
<ul>
<li>Pré-avaliações de Planejamento e Análise de Danos (em andamento, terá a duração de um ano)</li>
<li>Estabelecer o Centro Comunitário de Recursos e Reconstrução de Studio (6 semanas a 3 meses)</li>
<li>Seleção de terrenos na propriedade e posse de construção (6 meses a 5 anos)</li>
<li>Transição de Abrigos, Clínicas de Saúde da Comunidade e Estruturas (6 meses a 2 anos)</li>
<li>Escolas, Hospitais e Estruturas Civis (9 meses a 3 anos)</li>
<li>Residência permanente (1 a 5 anos)</li>
</ul>
<p>Os primeiros relatórios sobre os danos apontaram principalmente para as normas de construção negligentes no Haiti. No blog <em><a href="http://blogs.ei.columbia.edu/blog/2010/01/21/needed-in-haiti-reinforced-buildings-and-economy/">State of the Planet</a></em> [Estado do Planeta, en] do Earth Institute (Instituto da Terra), o foco estava na má construção:</p>
<blockquote><p>Much of the rubble seen in the terrible videos we are now appallingly used to is composed of chunks of cement – and just cement. This is the style so typical of poorer parts of the world. Just cement is not enough; columns and walls should be built with high quality cement, with the right amount of sand, and sewn through with steel reinforcing bars – rebar. That’s what gives them strength. Next time you look at a video or a still image of damaged buildings in Haiti, look for rebar. I haven’t seen any yet.</p></blockquote>
<div>Grande parte do entulho visto nos terríveis vídeos aos quais estamos agora terrivelmente acostumados é composto de blocos de cimento &#8211; e apenas cimento. Este é o estilo tão típico de regiões mais pobres do mundo. Só o cimento não é suficiente; colunas e paredes devem ser construídas com cimento de alta qualidade, com direito a quantidade de areia e aço com costura através de varões &#8211; vergalhões. Isso é o que lhes dá força. Da próxima vez que você olhar para um vídeo ou uma imagem de edifícios danificados no Haiti, procure vergalhões. Eu não vi nenhum ainda.</div>
<p>Mas Adolphe Saint Louis, uma sobrevivente do tremor de 49 anos de idade entrevistada em Porto Príncipe pela <em><a href="http://news.newamericamedia.org/news/view_article.html?article_id=1d772de3ec2f398d651ea3633d8fe7fe,">New American Media</a></em> [en], descreve algo mais complicado do que o concreto duvidoso. Sua casa foi construída como uma série de adições, &#8211; e com vergalhões, diz ela – para manter uma família sob o mesmo teto, e compartilhar os custos da construção em família. Tornar o edifício expansível serviu a uma função importante, mas que se revelou catastrófica quando a estrutura falhou.</p>
<blockquote><p>Maybe your child marries and they need a place to be for them and their husband. You can build just a room on the roof of your house and put a tin roof on it. Then when you have more money you can add more rooms or finish the entire floor and create a new roof for the building. That is what we did at my house. We added some rooms and a new roof to our house. There was a place for my nephew to live in the front and a large room for my daughter and her husband in the back. The way we had done it, it was so pleasant. We put many plants and flowers in pots around the side of the staircase outside because my daughter loves nature very much. She was so happy when she saw the place that we made for her. But when the earthquake came, we lost everything….The floors of the houses fell, one on top of the other.</p></blockquote>
<div>Talvez suas filhas se casem e elas precisam de um lugar para estar, para elas e seus maridos. Você pode construir apenas um quarto sobre o telhado de sua casa e colocar um telhado de zinco nele. Então, quando você tem mais dinheiro, você pode adicionar mais quartos ou terminar todo o piso e criar um novo teto para o edifício. Isso é o que nós fizemos na minha casa. Nós adicionamos algumas salas e um novo telhado para nossa casa. Havia um lugar para o meu sobrinho viver na frente e um grande espaço para a minha filha e o marido dela atrás. A maneira como fizemos, foi tão agradável. Colocamos muitos vasos de plantas e flores em torno, no lado de fora da escada porque minha filha adora muito a natureza. Ela ficou tão feliz quando viu o lugar que nós fizemos para ela. Mas quando veio o terremoto, perdemos tudo. Os andares das casas caíram, um em cima do outro.</div>
<p>Ela afirmou que o sistema de expansão incluia um reforço:</p>
<blockquote><p>In Haiti, when you want to add to your home, you build on top of the roof, which is concrete held up by pillars or strong walls on the floor below. A mason builds new walls of concrete blocks to make a room or to enclose the entire area to add a new floor to the house. Some blocks have holes to allow the air to circulate and if the mason is talented he will use the blocks to make a pretty pattern or type of decorative window. The weight-bearing blocks are always solid and they have metal rebar running through the middle to support the structure of the house. When the addition is finished, the mason will leave the rebar exposed so that another floor can be added later if it is needed.</p></blockquote>
<div>No Haiti, quando você deseja ampliar sua casa, você constrói em cima do telhado, que é concreto sustentado por pilares ou paredes fortes no andar de baixo. Um pedreiro constrói novos muros de blocos de concreto para fazer um quarto ou para incluir toda a área para adicionar um novo piso para a casa. Alguns blocos têm buracos para permitir que o ar circule e se o pedreiro é talentoso, ele irá usar os blocos para fazer um bonito padrão ou tipo de janela decorativa. O peso-rolamento de blocos são sempre sólidos e têm armaduras de metal que atravessam o meio para apoiar a estrutura da casa. Quando a ampliação for concluída, o pedreiro vai deixar os vergalhões expostos, a fim de que outro andar possa ser adicionado mais tarde, se for necessário.</div>
<p>Uma nutricionista canadense vivendo no Haiti, <em><a href="http://elleninhaiti.blogspot.com/2010/01/out-and-about.html">Ellen in Haiti</a></em> [Ellen no Haiti, en], descreve sua entrada na casa de um amigo &#8211; identificado apenas como M &#8211; que acabara de comprar a casa construída com pedra em vez de concreto. O projeto antigo também falhara:</p>
<blockquote><p>This house is made of rocks filled in with mud/clay and covered with something like cement or plaster, the way they were made before concrete blocks took hold in Haiti.  The rocks in one wall all tumbled out, leaving the house uninhabitable. The family is living in their cooking lean-to, which has never had the luxury of four walls.  Their possessions are all bundled up under the thatch roof, where they will be susceptible to rain and bad weather.</p></blockquote>
<div>Esta casa é feita de rochas preenchidas com barro/argila e coberto com algo parecido com cimento ou gesso; a forma como essas casas foram feitas antes em blocos de concreto pegou no Haiti. As rochas em uma parede tombaram, deixando a casa inabitável. A família está vivendo no alpendre da cozinha, que nunca teve o luxo de quatro paredes. Seus bens estão todos empacotados sob o telhado de sapé, onde estarão suscetíveis à chuva e mau tempo.</div>
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		<title>#haitibr: jornalismo solidário em rede</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 02:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[haitibr]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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O terremoto que devastou o Haiti traz à tona a problemática situação do país antes mesmo da catástrofe e coloca em discussão o futuro desse povo já tão castigado. E nesse momento é de extrema importância o monitoramento das ações internacionais no processo de reconstrução e o debate qualificado sobre aquilo que fez, faz e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/haiti.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-519" title="Haiti Earthquake" src="http://haiti.org.br/wp-content/uploads/2010/01/haiti-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><br />
O terremoto que devastou o Haiti traz à tona a problemática situação do país antes mesmo da catástrofe e coloca em discussão o futuro desse povo já tão castigado. E nesse momento é de extrema importância o monitoramento das ações internacionais no processo de reconstrução e o debate qualificado sobre aquilo que fez, faz e fará parte da história da nação responsável por uma das maiores, senão a maior, <a href="http://www.consciencia.net/2004/mes/01/sader-haiti.html">revolução negra do mundo</a>.</p>
<p>E são justamente esses os objetivos do projeto <a href="http://haiti.org.br/">Haiti.Org</a>: dar visibilidade à história do país que muitas vezes não tem espaço na grande imprensa, oferecer um ambiente de análise crítica sobre o futuro do Haiti, pensar formas de ajudas humanitárias efetivas e, acima de tudo, não deixar que a situação do povo haitiano caia no esquecimento após o “boom midiático” subseqüente ao trágico acontecimento de 12 de janeiro.</p>
<p>“Depois que o interesse da mídia e dos cidadãos brasileiros passar, quando um novo assunto dominar a pauta da opinião pública, o Haiti continuará a viver uma tragédia. O nosso projeto inicial, que está descrito no site, pretende criar um canal permanente de informações e ações sociais e não ser apenas um veículo para a expressão momentânea de uma dor coletiva. Isso também é importante, mas o mais importante é saber que a humanidade precisa assumir a dívida que tem para com esse país e esse povo, cujo sofrimento, até mesmo para nós, no Brasil, é inimaginável”, explica um de seus criadores, o jornalista <a href="http://culturadigital.br/members/rodrigosavazoni/">Rodrigo Savazoni</a>.</p>
<p>No site e no perfil <a href="http://www.twitter.com/haitibr">@haitibr</a> no Twitter, notícias quentes estão sendo divulgadas a todo o tempo sobre o resgate dos corpos, as ajudas internacionais, os mecanismos de doações disponíveis, além de reportagens aprofundadas sobre o caos instaurado por lá e o que isso representa no contexto mundial. O Haiti.Org se propõe ainda a reunir os conteúdos espalhados pela web, tornando-se uma grande e completa referência sobre o assunto na rede.</p>
<p>Nas palavras do idealizador do projeto, o também jornalista <a href="http://aloisiomilani.wordpress.com/">Aloísio Milani</a>: “O objetivo é construir um conteúdo independente”. E qualquer interessado, pode ajudar. “Vamos divulgar e ampliar o site pedindo que as pessoas colaborem com notícias, reportagens, análises, traduções, ideias de cooperação. Tudo isso focado nesse primeiro momento na ajuda humanitária, a necessidade mais premente do povo haitiano”, explica. (Veja <a href="http://haiti.org.br/colabore/">como colaborar com o projeto Haiti.Org</a>)</p>
<p>Savazoni, Milani e <a href="http://www.andredeak.com.br/">André Deak</a>, o terceiro criador do projeto, contam ainda que estão trabalhando na compilação das informações divulgadas sobre doações financeiras à reconstrução do Haiti por parte de governos, instituições e pessoas físicas com o intuito de criar um mapa de monitoramento dessas ações. “Talvez alguns astros de Hollywood não se importem tanto com o uso dos recursos daqui a dois ou três meses, mas, com certeza, ele fará falta para uma pessoa que perdeu sua família e não teve ajuda por um eventual mau uso do dinheiro”, diz Milani.</p>
<p><strong>O projeto Haiti.Org</strong></p>
<p>A ideia dos jornalistas de cobrir a situação no Haiti é anterior ao terremoto e estava inicialmente ligada ao acompanhamento dos trabalhos da missão de paz da ONU, liderada pelo Brasil, naquele país. Eram cerca de <a href="http://haiti.org.br/2008/03/haiti-laboratorio-para-a-estrategia-militar/">10 mil soldados em território haitiano</a>, o que representa a maior missão internacional do Exército Brasileiro e pouco se falava no assunto. “O principal, para nós, sempre foi entender que uma missão de paz não se faz só com soldados, mas principalmente com solidariedade e cooperação”, diz Rodrigo.</p>
<p>O contato dele e dos demais com a realidade do Haiti vem desde 2004, quando trabalhavam os três juntos na <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/">Agência Brasil</a> e fizeram uma ampla cobertura sobre o tema. “Viajei quatro vezes para Porto Príncipe. A primeira no jogo entre a seleção do Brasil e do Haiti. Dias antes da partida, época em que a favela de Cite Soleil, a maior do Caribe, sequer era ocupada pelas tropas da ONU, entrei lá com um guia e um intérprete para descrever a vida de uma família pobre. Sem escolta. E de propósito. Para ouvir o que eles tinham a dizer sem um fuzil do lado. Na última vez voltei mais uma vez para Cite Soleil, agora com a favela já ocupada, mas novamente sem a escolta dos brasileiros ONU”, conta Milani.</p>
<p>Como resultado foi produzido um dos primeiros especiais multimídia feitos no país, a reportagem <a href="http://www.youtube.com/watch?v=T4xEjgWAyiA&amp;feature=player_embedded">“Bon Bagay Haiti”</a>, um audioslideshow só com depoimentos de moradores da favela. “Foi a primeira vez que uma equipe entrou no lugar mais pobre da mais pobre das favelas de Porto Príncipe para conversar com os moradores. As imagens falam por si. Desde a tragédia, tenho pensado, sem demagogia, na Dona Enel, mas principalmente naquele molequinho que nos olha no fim do filme, com um olhar esperançoso. Talvez ele esteja agora em uma vala comum”, fala Savazoni citando pessoas presentes no trabalho.</p>
<p>Essa proximidade dos jornalistas com a realidade e povo haitiano há anos garante a qualidade da cobertura feita pelo Haiti.Org. “Ao longo do acompanhamento da situação do Haiti, acabamos formando uma boa lista de fontes entre ativistas, cidadãos, políticos, diplomatas e militares. Agora, com o terremoto, muitos de nossos contatos civis estão sem comunicação, alguns deles, infelizmente, na lista de desaparecidos. Ainda não sabemos se estão bem”, conta Milani, que desde o dia 12 tem freqüentado a <a href="http://www.casadaculturadigital.com.br/">Casa da Cultura Digital</a>, berço do projeto, para levar informações e propor novas ações para o Haiti.Org.</p>
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