Dez dias que abalaram o Haiti… e o mundo

Na terça-feira, dia 12, o Haiti viveu sua pior tragédia humanitária. Nos dez dias completados nessa sexta-feira, 22, o mundo conheceu em imagens a destruição de um já empobrecido país. O que se viu na mídia foi, antes de tudo, um campeonato de imagens e fotografias horripilantes, bem disse o ativista Jean-Louis Bianco. Ao mesmo tempo, serviu para alertar uma rede gigantesca de pessoas solidárias, dispostas a entender o Haiti mais profundamente. Principalmente sobre os riscos de receber ajuda humanitária aliada a uma ocupação militar e a uma posterior direção no futuro soberano e independente do país.
Sem comunicação quase alguma, as primeiras notícias do terremoto começaram a viajar pelo mundo somente na madrugada da quarta-feira. Ali, aparecia a dimensão de uma nova crise social e política. O Palácio do Governo desabou. Integrantes do governo morreram. A sede da ONU em Porto Príncipe, o bunker da atual ocupação militar, ruiu. Matou seu staff maior no país: os diplomatas Hedi Annabi e Luis Carlos da Costa. Sob os escombros da capital, um incontável número de corpos, posteriormente, empilhados e enterrados em valas comuns. Criou-se a “geração de desaparecidos”.
Em dez dias, inúmeros outros terremotos abalaram Porto Príncipe. O maior deles foi sentido na manhã de quarta-feira, dia 20. A sensação era de impotência, desespero, fragilidade. Não se via fotos com tantos mortos desde Iraque, Uganda e do tsunami asiático. Atônita, a ONU viveu sua pior tragédia com mais de 100 mortos na missão. Os Estados Unidos, chamados à intervir em seu “quintal”, atropelaram qualquer outra estrutura e controlaram militarmente vários pontos estratégicos, sobretudo o aeroporto semi-destruído.
A mídia mobilizou suas estruturas. Agências e televisões internacionais voaram às pressas para o país mais pobre das Américas. O Brasil, que há quase seis anos chefiando o braço militar da missão da ONU, não dispunha de nenhum jornalista por lá. Mas o destino faria o Brasil voltar seus olhos de novo para o Caribe. De cara, uma dezena de soldados mortos no terremoto. Seriam quase 20. Também chegava a notícia da morte da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. A tragédia unia Brasil e Haiti mais uma vez.
Em viagem ao Haiti, um grupo de estudantes e pesquisadores de Antropologia da Unicamp abasteciam um blog com surpreendentes descrições da capital. “O que vemos hoje em Porto Príncipe, dois dias após o terremoto é um exemplo indescritível de civismo e ajuda. Não há o caos, como parte dos jornalistas que nos procuram querem ouvir, as pessoas não estão em desespero e nem há sinal da “barbárie imaginária” que molda o nosso preconceito sobre o Haiti. Os haitianos estão se virando como sempre fizeram após embargos e avanços econômicos internacionais que implodiram a produção local”, descreveram.
Muitos países e entidades anunciaram doações em dinheiro. A Federação Internacional da Cruz Vermelha classificou como a maior operação de ajuda humanitária da história, acima do que foi feito no tsunami asiático. Ainda assim, não faltaram críticas de atrasos e priorização dos resgates para os prédios das Nações Unidas. Algumas doações foram puro marketing e oportunismo. Uma delas a do Fundo Monetário Internacional (FMI) que disponibilizou um “empréstimo” (sim, isso mesmo) para o Haiti. Como se a destruição permitisse pagar o dinheiro a curto prazo. Depois de uma saraivada de críticas, o montante deve ser repertido em doação. A ver…


NOSSA ESSA IMAGEM DOI DE MAIS..
É FACIL RECLAMAR DE QUANDO SE TEM TUDO..
CASA..COMIDA..ROUPA..DINHEIRO…AMIGOS E FAMILA..
E QDO NAO SE TEM NADA?
COMO RECLAMAR? OU MELHOR..RECLAMAR DO QUE?
O QUE RESTA E CHORAR E TENTAR CRIAR FORÇAS,
PARA QUEM SABE TER SORTE EM ALGO..
ESTOU TRISTE POR MTAS VEZES NAO TER DADO VALOR NAO MINHAS
COISAS,MAIS AGORA VENDO O MUNDO DE OUTRO ANGULO
VI COMO IRA ME DOER PERDER TD Q TENHO…
PARA E PENSE VC TBM!
estou triste por ter contecido isso com eles
as pessoas que moram ainda la no haiti eles sao tao bons de alma e de coraçao
O mundo presisa de Deus para que em momentos como este nos nao nos desesperamos e com fe no senhor achamos forças para continuar a viver as nossas vidas…mas nunca esquecer sempre jesus na frente, q possamos orar por ele…
espero q tdos q tem pelo menos uma familia ate aquelas q vivem na briga pessa
um muito obrigado para deus por tudo q tem e tdos pois mando um enorme abraço p os haitianos